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"Entre livros nasci. Entre livros me criei. Entre livros me formei. Entre livros me tornei. Enquanto lia o livro, lia-me, a mim, o livro. Hoje não há como separar: o livro sou eu - Bibliotecária por opção, paixão e convicção".

Lemos porque a necessidade de desvendar e questionar o desconhecido é muito forte em nós”

"O universo literário é sempre uma caixinha de surpresas, em que o leitor aos poucos vai recolhendo retalhos. Livros, textos, frases, poemas, enfim, variadas formas de expressão que vão compondo a colcha de retalhos de uma vida entre livros. É o que se propõe".

Inajá Martins de Almeida

assim...

"Quem me dera fossem minhas palavras escritas. Que fossem gravadas num livro, com pena de ferro e com chumbo. Para sempre fossem esculpidas na rocha! (Jó 19:23/24)

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“Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância.”

Fernando Pessoa - Poeta e escritor português (1888 - 1935)

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sábado, 16 de outubro de 2010

PAIS BRILHANTES, PROFESSORES FASCINANTES - Augusto Cury

15 de outubro - DIA DOS PROFESSORES

Não sei se observamos o que é um professor, mas estive a pensar neste dia dedicado a eles e separei alguns pontos - meus pontos de vista.

Antes mesmo de sermos profissionais em alguma área, lá estavam os professores a nos orientar, dar os primeiros passos nas letras, no conhecimento, na sabedoria.

Eram eles - os professores - que pegavam em nossas mãos e moldava nossos primeiros rabiscos. Mostravam seus sorrisos francos, seu olhar afetuoso, colocava sua emoção ao ver nosso progresso.

Muitos passaram - foram bons - porém alguns foram inesquecíveis, brilhantes, fascinantes. Permito-me passear pelos sete hábitos que o autor Augusto Cury nos apresenta no seu livro Pais brilhantes, professores fascinantes e logo me vejo a declinar:

Os professores que passaram foram eloquentes, sabiam colocar as palavras, mas  os que se tornaram fascinantes, conheciam nossa mente.

Os professores que passaram apresentavam boa metodologia, entretanto apenas os que procuraram  conhecer nossa sensibilidade, tornaram-se fascinantes.

Os professores que passaram souberam descortinar nossos conhecimentos lógicos, entretanto, os que se tornaram fascinantes, souberam descortinar o íntimo de nossas emoções.

Os professores que passaram conseguiram fazer com que nossa memória apenas fosse depósito de informações, todavia, os fascinantes conduziram-nos à arte de pensar.

Os professores que passaram, foram temporários, cumpriram apenas seu papel, em contrapartida, os inesquecíveis permanecem sempre presente.

Os professores que passaram, puderam corrigir comportamentos, porém, aqueles que se tornam inesquecíveis, resolvem os conflitos em sala de aula sempre.

Os professores que passaram, formam tecnicamente o aluno, preparando-o para o mercado de trabalho, todavia, os que educam e formam para a vida, tornam-se fascinantes. 

Todos nós temos em mente nossos bons professores, porém, nossos professores fascinantes 
alargaram nossos horizontes, souberam tecer nossa jornada, foram exemplos permanentes. Eu posso dizer de Dª Carminda, na faculdade de Biblioteconomia na cidade de São Carlos. Com suas sábias palavras, orientava-nos a colher retalhos de todas as experiências vividas em nossa jornada - tanto na profissional, quanto na particular. 

Foram então os retalhos que me trouxe a este momento singular e único, em que o autor nos leva a avaliar nossa conduta como pais e professores, porque:

"Educar é semear com sabedoria e colher com paciência". Augusto Cury

Veja alguns lances da palestra realizada no Teatro La Salle na cidade de São Carlos no dia 26 de agosto de 2010
http://saocarlosemimagens.blogspot.com/2010/08/augusto-cury-palestra-sao-carlos.html

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comentários de Inajá Martins de Almeida
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Cury, Augusto.   Pais brilhantes, professores fascinantes  /  Augusto Cury. - Rio de Janeiro: Sextante, 2008.




2 comentários:

SONYA MELLO disse...

Olá, Inajá, tudo bem? Eu tenho este livro e já li. É mesmo fascinante. Tenho uma filha "maravilhocente" de 15 anos e sempre busquei passar para ela "fragmentos" de minhas leituras. Ás vezes ela mesma me diz citações que aprendeu comigo. Quero agradecê-la por comentar o poema que fiz à Rita Elisa, pessoa distinta, admirável. Será uma honra para mim, e tenho certeza de que para ela tbém, se publicar o poema aqui na "sua casa"! Detalhe, a ilustração do poema foi ela quem fez!Tentei te enviar um email mas voltou, poderia me confirmar seu endereço? O meu é sonia.clavedesol@yahoo.com.br. Queria trocar umas idéias com você! Aqui no seu blog me senti "em casa". Sempre tive o hábito de ler grifando frases e copiando em agendas para repassar depois. Adorei seu espaço!Muito rico! Parabéns!!

Inajá Martins de Almeida disse...

Sonya querida. Obrigada pelas palavras delicadas. Obrigada por seu poema. Ele já enriquece este espaço: esta "minha casa" que abro a tantos quantos venha senti-la "sua casa". São esses retalhos que tecem a razão deste breve passeio pelos retalhos de leituras. Entre e sinta-se sempre a vontade. A casa será sempre sua. Adorei sua expressão "maravilhocente", quando tanto se diz "aborrecente". Nossos filhos são nossos bens mais preciosos. São os frutos de nossa árvore. São a continuidade da nossa existência. “São a herança do Senhor, e o fruto do ventre sua recompensa". (Salmos 127:3). Meu filho de 28 anos é certeza da existência de Deus em mim. Agora minha neta expressa muito bem as Palavras de Provérios 17:6 que "os netos são as coroas dos velhos. Parabéns e um forte abraço desta sua amiga Inajá