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“Não me importo se o livro é de papel, mas o papel do livro na qualificação e cultura de um povo”. - Elanklever

"Entre livros nasci. Entre livros me criei. Entre livros me formei. Entre livros me tornei. Enquanto lia o livro, lia-me, a mim, o livro. Hoje não há como separar: o livro sou eu".

Lemos porque a necessidade de desvendar e questionar o desconhecido é muito forte em nós”

"O universo literário é sempre uma caixinha de surpresas, em que o leitor aos poucos vai recolhendo retalhos. Livros, textos, frases, poemas, enfim, variadas formas de expressão que vão compondo a colcha de retalhos de uma vida entre livros. É o que se propõe".

Inajá Martins de Almeida

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“Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância.”

Fernando Pessoa - Poeta e escritor português (1888 - 1935)

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

DEFINIÇÕES REFLEXIVAS - Elanklever


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"Que o presente, representado por este presente, seja eterno presente em nós."

Inajá Martins de Almeida

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

BUQUÊS DE LETRAS



LEITURAS EM BUQUÊS DE LETRAS

Letras que declinam versos!
É possível?
Sim.

Letras que ultrapassam nossa vista!
A vista que nos torna imaginativos
E nos faz ir além do ponto.

Um retalho de um ponto
Uma leitura além da vista.
Buquês de letras que 
vão compondo as linhas.

As linhas além do ponto
O ponto que tece as linhas
Letras em buquês de leituras!
Leituras em buquês de letras!

Composição de letras em buquês!

Inajá Martins de Almeida

O LIVRO AGORA SOMOS NÓS

por Inajá Martins de Almeida


Faziam-me companhia, nada me cobravam. Silentes apenas podiam auscultar meus sussurros abafados, meus risos calados, meus olhos arregalados ou  fechados quando clamava alma.


Degustava as gravuras e aqueles sinais, ainda indecifráveis à minha pouca idade, eram incorporados à fala de minha mãe, a qual se fazia representar, decifrando-os para mim.

Os livros me eram familiares, ao ponto de perceber que a paixão não fora fruto do acaso. Entre livros nascera. Entre livros me criara. Entre livros me formara. Entre livros me tornara. Entre livros me apaixonara.

Mal supor pudera, que decorridos os anos entre livros, iria encontrar aquele que escreveria o segundo ato da composição da minha existência, quando então me segredava:

_ “Minha vida é uma enciclopédia. Cada ano um volume. Cada dia uma página. Cada hora um novo texto. Cada minuto uma palavra. E a cada segundo, entre um sim e um não, muda-se a história!”   (Elanklever)

Era o momento em que sua entonação de voz mudava vez ou outra. Transportava-se para dentro daquele enredo e ora me vinha como uma serelepe, ora como manhoso urso; também me trazia chapeuzinho vermelho que adentrava a casa da vovozinha, enquanto o lobo mau do lado de fora mantinha guarda. Lembrança saudosa!

Ao lado, lápis de cores variados, papel branco, podiam delinear meus rabiscos, enquanto ela representava a cena, com seu dom esmerado.  Podia sair da contação da história, para adentrar o universo ilustrativo do tema. Tecia as cores, com a maestria com que passava o texto, ora acrescentando-lhe coloridos próprios, ora recolhendo retalhos, enriquecendo-os com bordados de palavras, que a pouca idade ainda me era desconhecida, mas que já sonoros alinhavos entreteciam em meus ouvidos.

Conseguia ir além das palavras do autor e, ainda que por instante célere, ser a co-autora, tanto da palavra quanto das cores. Ao ler e contar história tecia um novo texto; ilustrava-os sob sua ótica. Eu não podia entender, mas o livro saia das linhas e adentrava a galáxia de minha mãe. Anos após, poderia eu mesma sentir o gosto de sua própria experiência.

Aqueles momentos alinhavavam-me o universo literário. Coloriam meu mundo – o livro e minha mãe. Mais tarde novos personagens viriam compor meu cenário literário.

Eu não conseguia separá-los. Hoje meu discernimento me faz entender o que me era ininteligível naqueles mágicos encontros. Em minhas memórias, percebo-me livro nas mãos, meu filho ao lado, interesse ímpar pelos textos e gravuras, o que o levariam a cultivar o gosto pela pesquisa e leitura, num futuro breve.

Minha neta, olhar vivo, raciocínio rápido nos seus dois anos, livro nas mãos e um futuro brilhante; páginas em branco alinhavadas pela avó que cenas registram – na mente e nas linhas.

E os cenários se misturam. Passado e presente se intercalam e posso sair de uma cena e adentrar outra numa singular intimidade, aquela que as palavras nos proporcionam e juntos, lado a lado, o pensador que escreve o segundo ato da minha criação literária, sussurra-me aos ouvidos:

"Quando abro um livro, vislumbro um horizonte, onde as ideias brilhantes despontam como o sol, detrás das montanhas!" (Elanklever)

E – como o pensador que me fala – ideias brilhantes, despontando por entre as montanhas, por entre as linhas - começo a vislumbrar. Logo me aposso da linha imaginária que me leva, com asas de águia, rumo ao vento a compor um capítulo do nosso livro, aquele que está sendo escrito a quatro mãos todos os dias, entre os personagens centrais e co-adjuvantes que contracenam o teatro da vida.

Agora, as lembranças saem do virtual e no cenário real podemos em uníssono declarar:

_ O livro somos nós!

Inajá Martins de Almeida
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Os trechos entre aspas são do autor e pensador Elvio Antunes de Arruda (Elanklever) – do livro “Definições reflexivas II: grandes detalhes. Edição 2009.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

BARTOLOMEU CAMPOS QUEIRÓZ

“Se olho demoradamente para uma palavra descubro, dentro dela, outras tantas palavras.  
Assim, cada palavra contém muitas leituras e sentidos. 
O meu texto surge, algumas vezes a partir de uma palavra que, ao me encantar, também me dirige. 
E vou descobrindo, desdobrando, criando relações entre as novas palavras que dela vão surgindo. Por isso digo sempre: 
é a palavra que me escreve”.

Bartolomeu Campos Queiróz

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Sim, existem muitas palavras dentro de cada palavra. Muitas lembranças que nos acompanham. Muitas palavras que voltam à memória e se deixam escrever.
Conheci o escritor numa oficina literária (Ribeirão Preto - 2003).
Participavam crianças que se encantavam com a proximidade do autor de Diário de Classe. O escritor que e deixava escrever pelas palavras. Que contava histórias. Que era a própria historia.
Levava as crianças a se sentirem protagonistas dos enredos, quando jamais imaginavam ser o escritor um ser presente. Houve até um que julgava apenas ser possível o escritor morto. Para sua cabecinha infantil, essa era a realidade - jamais estivera tão próximo de um. 
Quero ser escritor também - declara.
Momento de puro deleite.
O escritor parte. Deixa o cenário dos viventes, agora é ele que ocupa o universo dos mortais imortais. 
Sua palavra permanecerá e continuará a ser escrita através de outros passantes. É o caso desta que registra.
O texto que encabeça esta memória, fora incluído no artigo "O ato de ler", publicado no site Amigos do Livro leia na íntegra

comentários Inajá Martins de Almeida

O leitor poderá gostar também da bela entrevista, com comentários desta que escreve  - acesse http://www.blogdogaleno.com.br/texto_ler.php?id=11271&secao=22

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

UMA VISTA ALÉM DE UM PONTO

RECOLHENDO RETALHOS DE LEITURAS


Uma vista além de um ponto!
É possível?
Sim.

Um ponto sobre nossa vista
A vista que nos torna imaginativos
E nos faz ir além do ponto.

Um retalho de um ponto
Uma leitura além da vista
Que nos faz transpor as linhas.

As linhas além do ponto
O ponto que tece as linhas
Mosaico de leituras em retalhos !

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Investir tempo na criação de um projeto. Maravilhoso. Simplesmente maravilhoso podermos nos dedicar a algo que toca profundamente nossa alma. Foi o que aconteceu na tarde do dia cinco de janeiro deste ano que se inicia e promete grandes realizações.

A abertura deste blog já passou por várias transformações desde sua criação em 03/02/2010.

A primeira arte fora criada por Elvio. Sua vista então inventiva, imaginativa de artista,  percorria as linhas nas leituras várias. Recolhia retalhos e nas linhas, pontos sobre leituras as mãos escrevia.

Muito significativa para a proposta do trabalho que se iniciava.  Tramava-se assim um ponto com linhas que a vista alcançava. Era-me dado um presente. Era a dedicação do encontro, dos retalhos recolhidos, das leituras compactuadas.

Esta permaneceu durante um longo período, até que a ideia almejou um novo ponto e a vista recolheu um retalho e teceu uma nova imagem.


Assim, ao atingir a marca das 12.000 visitas, em 13/04/2011, busquei nova formatação para a janela de abertura do blog.

A foto, parte de um ensaio feito por Elvio Antunes de Arruda, na Biblioteca Altino Arantes em Ribeirão Preto em dezembro de 2007, para compor a capa da primeira edição do livro Definições Reflexivas: grandes detalhes, fora então escolhida, por ter grande representatividade para esta que escreve.

Nesse momento, era eu que almejava retribuir o carinho e dedicação por tantos retalhos amealhados ao longo do percurso. E a foto tinha um significado todo especial. Conhecíamos toda a trajetória da criação. Pudemos participar e compactuar do mesmo momento. Assim, porque não perpetuar essa lembrança? Porque não dividir nossas realizações com nossos amigos que se encontram em toda parte. Aqueles que nos são presentes. Ainda que no virtual, tão reais.


Agora decorridos esses meses, os retalhos sendo levados aos mais recônditos rincões, sinto anseio em premiar meus tantos leitores, com uma formatação que venha expressar a alegria que transborda minh'alma em agradecimento.

Elvio compactua desta minha vista e me transporta além do ponto.

Nesta tarde ensolarada (05/01/2012), de calor forte em São Carlos, comigo recolhe retalhos únicos.

A quatro mãos pudemos tecer este que permanecerá em nossas lembranças e realizações. São retalhos de leituras que alcançam vistas além de muitos pontos...

Inajá Martins de Almeida

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

JANELA ABERTA - Rita Elisa Seda

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Abra a janela e deixe fluir sua imaginação ao som do Concerto nº 1 de Tschaikowsky

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

RETALHOS DE LEITURAS


Retalhos de leituras
Pode ser uma palavra que se eterniza
Uma imagem que não se apaga.
Um encontro que não se esquece.
Uma lembrança do passado longínquo
Mas que tão presente.

Retalhos de leituras
Pode ser um livro não lido
Apenas referenciado.
Uma foto que registra um momento.
Uma música que toca o coração.
Uma frase que esclarece mais do que mil palavras.

Retalhos de leituras
Pode ser livros que encontram leitores
Leitores que se encontram nos livros.
Retalhos recolhidos através das leituras
Leituras que se transformam em retalhos
De palavras a tecerem textos.

Retalhos de leituras
Pode ser cada um de nós.
Cada qual com seu ponto de vista
Cada qual com sua vista além do ponto.
Retalhos que tecem sonhos e esperanças
Através da vista que o ponto lê.


Inajá Martins de Almeida

domingo, 1 de janeiro de 2012

MUSICLIN - MUSICOTERAPIA CLÍNICA


Toda pessoa responde à música - ela afeta nosso corpo, nossa mente, nossos sentimentos...

Por responder positivamente à música, toda pessoa que passa por um processo musicoterapêutico é engajada em atividades musicais que propiciam um contato com o seu EU interno, resgatando a motivação, a atenção, o comprometimento e o bem estar. A música pode ajudar as pessoas em uma ampla gama de circunstâncias desafiadoras...

COMO FALAR DOS LIVROS QUE NÃO LEMOS? - Pierre Bayard

Pensei em colocar uma postagem diferente neste primeiro dia do ano. Pensei... Procurei... Finalmente encontrei algo que me tocou e chamou bastante atenção. 


Podemos falar de livros dos quais não adentramos seu conteúdo? É possível falar de um livro apenas apreciando ou não a capa?


Particularmente gosto muito da arte que as capas nos proporcionam. Atualmente elas estão cada vez mais próximas do leitor. Chamam-lhe atenção. Dão dicas do que o espera. Dão-lhe expectativas para a leitura. 


Os títulos também sugerem a leitura. Quantos livros lemos apenas por causa do título. 


Fora o caso deste, tanto do blog - o leitor comum - quanto dos comentários  ora postado.


Assim, posso dizer que sim. Podemos falar de livros que não lemos. Sob uma passada rápida pelo seu conteúdo. Analisando o título. Procurando conhecer o autor. Trazendo para o mundo real a ideia gerada na mente de algo inusitado produzido no vasto horizonte da literatura.


Títulos são lançados diariamente. Autores despontam. Porque de escrever livros não se há enfado, Eclesiastes nos apontava.


Extraí alguns trechos do comentário. A vontade era transcrever todo o artigo, mas que o leitor se sinta a vontade para sua leitura na íntegra.   




comentários de Inajá Martins de Almeida 
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PROFESSOR FRANCÊS ENSINA COMO FALAR DOS LIVROS QUE NÃO LEMOS


"... o ensaio de Bayard mostra que o livro não precisa ser uma esfinge ameaçadora bradando "decifra-me ou te devoro" para o leitor incauto, a quem restaria apenas fugir, negando a própria literatura, ou gabar-se aos quatro ventos de ter dominado o monstro. 

O ensaio está dividido em três partes: 

  • "Maneiras de Não Ler"
  • "Situações de Discurso"
  • "Condutas a Adotar"
Mas que é praticamente irrealizável a "obrigação de ler tudo" para ser julgado digno de falar sobre livros". continue lendo

sábado, 24 de dezembro de 2011

SONHOS 2012


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Greensleeves - W.A.Mozart - intérprete Inajá Martins de Almeida




Filmagem e postagem youtube por Elvio Antunes de Arruda
São Carlos - 24/12/2011
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

ELE ESCOLHEU OS CRAVOS - Max Lucado

Haveria algo que Deus pudesse fazer para ganhar nosso coração? Será que seria preciso Deus se preocupar com isso? Mas com certeza Ele fez.


  • Ele se tornou carne e habitou entre nós
  • Ele nos amou, ainda que imperfeitos e pecadores 
  • Ele sentiu a dor dos cravos dilacerando suas mãos
  • Ele sentiu o sangue escorrer rosto abaixo, provocado por aquela corroa de espinho 
  • Ele se tornou maldito ao se pendurar num madeiro para ganhar nosso coração

Agora é o autor que nos orienta a nos demorarmos "no monte do calvário" e abrirmos o coração para percebermos o sacrifício que Jesus fez por nós.

Haveria amor maior?

Comentários Inajá Martins de Almeida
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Lucado, Max.   -  Ele escolheu os cravos; o que Deus fez para ganhar seu coração.   /   Max Lucado.   tradução de Carla Mary Ribas de Souza.   22ª ed.   Rio de Janeiro: CPAD, 2008   

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

MEU LIVRO INTERIOR - 2012 - Inajá Martins de Almeida

Poucos dias nos separam do ano novo. Logo mais estaremos em 2012. Novas esperanças. novas perspectivas. novos sonhos. Novas rotas apontam nossas expectativas.

"Palavra por palavra: instruções sobre escrever e viver" da escritora americana Anne Lamott, inspiram-me estas linhas. Estou em suas páginas derradeiras, prestes a uma releitura. Em muitas páginas posso me encontrar, quando me fala que suas experiências foram para o papel. 

Houve momentos em que julguei ser necessário apontar minhas próprias vivências, mas retrocedi. Afinal, pensara, a quem poderia interessar a não ser a mim mesma?   

Também pensara em Lampedusa, quando nos dizia ser nossa obrigação a confecção de um diário - nossas memórias, mas é Anne que me inspira agora a estas linhas, complementa que a verdade de nossa experiência só pode ser revelada pela nossa própria voz (pág. 186).

Em outros capítulos me estimula a escrever 300 palavras por dia, pelo menos, mesmo sem inspiração, até que outras possam abrir caminho. Cartas também sugerem um bom estilo de escrita por serem pessoais e informais.

Assim, aqui estou. Não sei bem aonde as palavras vão me conduzir, mas o primeiro passo fora dado. Um novo ano se apresenta. São dias em branco para serem escritos e editados. Sei que tenho muito a contar e quero. Não tenho muito tempo a perder, afinal sei que não viverei outros sessenta anos mais, assim, aguardem-me!

Inajá Martins de Almeida


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O QUE FAZER NO PIOR DIA DE SUA VIDA? - Brian Zahnd

Estranho pensar numa cidade - Ziclague. Pois era lá que Davi, o homem segundo o coração de Deus, sentia-se seguro, aconchegado com seus amigos, seus familiares, suas mulheres. Podia partir para as batalhas, mas sabia para onde poderia voltar sempre.

Entretanto, houve um momento em que Ziclague se tornou em chamas. Toda sua vida se transformou em cinzas. Tudo o que conquistara em minutos fora saqueado. Davi assisti àquele sinistro e pranteia. Não só, mas homens valentes deitam por terra os corpos cansados, exaustos pelas batalhas enfrentadas e choram como crianças.

Mas também percebem que é momento de levantar e partir em busca dos seus pertences e o fazem.

Quem de nós não tem o seu instante de Ziclague.

Se Belém fora "o lugar do começo de Davi, da profecia, e Jerusalém fora onde Davi reinou, o lugar do destino. No entanto, entre o começo em Belém e o desfecho em Jerusalém, Davi teve de superar a provação de Ziclague".

O autor descreve Ziclague como "parte fundamental de nosso crescimento". Que devemos nos lembrar "de que Ziclague não é Belém, o lugar dos começos, nem é Jerusalém, o lugar do desfecho, mas Ziclague é algum ponto no meio do caminho".


Assim, a edificante leitura não nos veio sem motivo ou propósito. O livro fora ofertado pelo Pastor Gildo, na Igreja da Graça em São Carlos, no dia 02 de dezembro de 2011, ao Elvio e logo pudemos absorver as palavras e abstrair alguns trechos para tecer estes retalhos.

"Por que estás abatida, ó minha alma,
e por que te perturbas dentro de mim?
Espera em Deus, pois ainda O louvarei.
Ele é a salvação da minha face e o meu Deus. 

Salmo 42.11

Ademais, quando atravessamos nossa Ziclague saqueada e voltamos vitoriosos com nossos despojos em mãos, percebemos as maravilhas de Deus e cantamos como o salmista em êxtase:

"Tornaste o meu pranto em folguedo; 
tiraste o meu cilício e me cingiste de alegria, 
para que a minha glória te cante louvores e não se cale; 
SENHOR, Deus meu, eu te louvarei para sempre".

Salmo 30:11,12

"O pior dia de sua vida pode se tornar o catalisador de um amanhã melhor. Aquilo que foi destinado para destruir você poderá, na verdade, abençoá-lo..."

Sim, com certeza, as investidas do inimigo não prevalece para aqueles que amam a Deus e gravitam em Sua presença.

comentários de Inajá Martins de Almeida 
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Zahnd, Brian   /  O que fazer no pior dia de sua vida?   /   Brian Zahnd;  traduzido por Joel Fontenelle Macedo; prefácio de Jentezen Franklin.   -  Rio de Janeiro: Graça, 2011. 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O ADMINISTRADOR DE SONHOS - Matthew Kelly

"Somos todos Administradores de Sonhos". 

"Somos movidos por sonhos".

"Os sonhos nos revigoram".

"Os sonhos são invisíveis, mas poderosos".

"Os sonhos são as visões que moldam a nossa vida".

"Quais são seus sonhos?"

Mattew Kelly
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Sonhos... Todos temos sonhos que, na maioria das vezes ficam incubados. Julgamos que o sonhar é fato noturno, ou somente quando estamos a dormir. São irreais.

Sonhos podem e devem ser reais. Se deixamos de sonhar em alguns momentos de nossa vida, temos sim de reanimá-los, não importa em qual instante. 

Numa metáfora o autor nos apresenta Simon, que ao se ver gerenciando uma empresa de limpeza, percebe a rotatividade de funcionários, compactuando para as perdas da empresa.

Em seus sonhos, antevê que "a empresa cumpre seu papel quando ajuda os colaboradores a identificar seus sonhos, dedicar-se a eles e descobrir meios de realizá-los".

Fala-nos forte aos nossos sonhos, quando agradece ao irmão Simon, seu primeiro administrador de sonhos; aquele que o conduziu aos sonhos grandes.

Em suas páginas sabiamente o autor vai nos levando a dar vazão aos nossos sonhos. Um plano então é traçado de maneira a que nos envolvamos com ele ao ponto de percebermos ser possível sonhar, não importa a idade, o momento, a situação financeira. 
  • Faça um Livro de Sonhos
  • Comece a escrever seus sonhos
  • Sonhe sem limites
  • Insira a data nos seus sonhos quando os registrar no livro de Sonhos
  • Coloque novamente a data quando os realizar 

Eu mesma me vejo a parafrasear que  sonhos são para serem sonhados. Sonhos são para serem vividos e me lanço ávida a registrar meus sonhos. Elvio embarca nessa investida, nessa empreitada e juntos caminhamos em busca dos nossos sonhos. Damos início ao nosso LIVRO DOS SONHOS, juntos.    

Inajá Martins de Almeida

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Kelly, Matthew  -   O administrador de sonhos   /   Matthew Kelly  [tradução de Paulo Polzonoff Jr. ].   Rio de Janiro: Sextante, 2008.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

AMOR - Antunes D'Ziclague

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Acrilyc on canvas - Notas ao vento -  Elvio A.de Arruda

A ESCOLARIZAÇÃO DA LEITURA LITERÁRIA

O livro, uma compilação de magníficos textos de professores envolvidos com o estudo da literatura e sua aplicabilidade.
Muitos me chamam atenção, mas em especial são os autores referenciados que me fazem tecer sonhos maiores.
Lígia Bojunga relembro o seu livro Feito a mão onde me encontrei, agora é neste trecho que transcrevo que minha mente pode viajar através do livro e perceber quanta troca há entre aqueles que cultuam essa experiência rica e envolvente que o livro proporciona.
Quero compartilhar com meus amigos leitores deste blog este lindo poema

Livro: troca

Para mim, livro é vida; desde que eu era muito pequena os livros me deram casa e comida.
Foi assim ... adentre a casa de Lígia Bojunga - http://www.casalygiabojunga.com.br/frames/livroatroca.htm


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A escolarização da leitura literária   /  Aracy Alves Martins Evangelista, Heliana Maria Brina Brandão, Maria Zélia Versani Machado (organizadoras),   -  2.ed.,  1ª reimp.  -  Belo Horizonte  :  Autêntica,  2003.

domingo, 4 de dezembro de 2011

MOMENTO ESPECIAL DE LEITURA


Há encontros somente possíveis através de olhos atentos, pesquisadores incansáveis. Fora o que ocorreu nesta tarde. Elvio encontra menção a frase da autora que ora agradece em forma desta postagem.

O veículo informacional propicia a magia de adentrar lares, quebrar a barreira do espaço inimaginável.

À professora Luciane Zaida meu apreço com carinho 

Inajá Martins de Almeida (bibliotecária e escritora)

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A ESCOLA QUE QUEREMOS ... acesse o link http://escolaharry.blogspot.com/ 

Percebemos o quanto há professores comprometidos

Informativo Harry - visualize




sábado, 3 de dezembro de 2011

COMO CONSTRUIR A SI MESMO - Valdir Reinoldo Bundchen

Novos tempos. Novas rotas. Novos paradigmas.

É preciso criar caminhos. É preciso estar aberto às transformações quando estas pedem mudanças. Longas reflexões que o autor propõe, quando nos propõe que sejamos nós os construtores do nosso futuro. O arquiteto da obra maior que é nossa vida.

E é o próprio autor que nos diz "que aquele que resiste à mudança, morre por desatualização. Quem se renova se ajusta para os novos tempos. Esta é a lei".


Eis então o novo homem. Aquele "que busca focalizar seus pontos positivos e visualiza unicamente o que pode vir a ser". Porque "é impossível crescer sem inovar".

Entretanto, é o autor que nos orienta de que a grande mudança há que ser a que fazemos de dentro para fora. Temos de querer sobremodo, fazer nosso próprio caminho, buscar as ferramentas para nosso crescimento e daqueles a quem possamos influenciar.

Leitura envolvente, com pontos aplicáveis ao cotidiano pessoal, social e profissional.


Comentários Inajá Martins de Almeida 
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Bundchen, Valdir Rinoldo  /  Como construir a si mesmo: novos tempos = novos paradigmas.   /  Valdir Reinoldo Bundchen   -  Porto Alegre: AGE, 2. ec. 1998.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

MARK TWAIN -

Google lembra nascimento de Mark Twain com doodle especial

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O Google lembra nesta quarta-feira o escritor e jornalista americano Samuel Clemens, conhecido como Mark Twain, no dia que marca 176 anos de seu nascimento. No cabeçalho da página do buscador aparece um desenho de crianças pintando a palavra "Google" em um cercado, uma referência aos personagens infantis que povoavam os romances de Twain.  continue lendo

terça-feira, 29 de novembro de 2011

MINHA VIDA É UM LIVRO - Elanklever


Obrigada leitores. 
Alcançamos a marca das 30.000 visitas. 
Quero presentear a todos com uma frase muito significativa para mim. 
Talvez a mais significativa de todas porque a vi nascer através das mãos do autor. 
Também porque posso me sentir parte integrante dessas páginas, as quais estão sendo tecidas dia após dia, mudando a história de nossas vidas. 
Apreciem!

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arte e postagem :  Inajá Martins de Almeida
São Carlos - 29/11/2011

domingo, 27 de novembro de 2011

LITERATURA: leitores e leitura - Marisa Lajolo

Nascida entre livros e leitores, o assunto não me farta, tampouco se esgota. É o caso deste que ora deixo um comentário. É um olhar a partir do meu ponto de vista.

Bibliotecária, jamais aventuro-me à leitura sem contudo um breve passar de olhos técnicos em todas as informações preliminares: capa, contra-capa, orelhas, folha de rosto, etc...

É a dedicatória que me toma um tempo considerável. É a dedicatória que me leva a transcrevê-la neste espaço, quando a autora declina:

"Este livro é dedicado a meus alunos, tantas vezes meus mestres.
Queridos discípulos e discípulas, tão insubstituíveis na formulação de questões, tão impacientes e saudavelmente polêmicos na discussão de problemas! E, sobretudo, sempre tão solidariamente presentes ao longo de cursos, pesquisas, corredores e internet!

E, do começo ao final do livro, a escritora me leva ao mundo encantado e inquiridor do que seja literatura.

São nossos textos considerados literários? Pode ser considerado literatura obras engavetadas que não são de conhecimento e domínio público? Afinal o que é literatura?

Percebo que desde minhas aulas na Faculdade de Biblioteconomia e Documentação de São Carlos, Dona Carminda Nogueira de Castro Ferreira, já nos levava a desbravar o universo literário, o qual meus anseios de jovem ávida pelos poemas, pelos romances melodiosos, embevecia-me ante suas vidas, muitas vezes repletas de dores, sofrimentos, saudades, paixões. Épocas em que apenas em nossas  fantasias podíamos contemplar e sermos co-autores de tantas obras que desfilavam durante as magistrais aulas.

Neste livro Marisa resgata em mim o gosto pelas letras, pelas linhas. Os livros bailam ao meu redor, eu que os tive em mãos, delicadamente arranjados nas estantes, milimetricamente etiquetados - Ah! lembranças que se vão e que deixam saudades.

Sinto, agora,  forte desejo de também poder ocupar um espaço numa estante de biblioteca, quando a escritora latente esboça suas próprias linhas. Não com a preocupação de ser literatura ao pé da letra, aos moldes acadêmicos, mas tenho sim o gosto de poder me ver envolvida com tantos autores em minhas leituras, sentindo o gosto de recriar sua obra sob um ponto que pode ir além da vista.

Que delícia saber que "discutir literatura é abrir os olhos e ouvidos, e olhar e ouvir em volta, ler livros, meditar sobre as frases pintadas a spray em muros e edifícios da cidade, e fazer a eles a pergunta: o que é literatura?  


Saber então que fazemos parte daqueles em que: "seus nomes são desconhecidos, suas obras são difíceis de serem encontradas, não constam das bibliotecas, ninguém fala delas. Eles imprimem às vezes seus próprios livros e não encontram leitores para além da família e dos amigos mais próximos".


Mas, também é bom saber que ainda que não consideradas literatura, como aos moldes estabelecidos, percebemos a satisfação de poder estar aqui contribuindo, para que a palavra seja levada aos quatro cantos, através deste veículo de informação, que tanto facilita aos anônimos não se tornarem tanto anônimos assim, e aos que gostam de escrever, não se sentirem tanto sem leitores, porque é isto que a literatura requer - que haja alguém que a escreva e alguém que a leia, daí ser ou não literatura é somente questão de ser ou não ser.

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Lajolo, Marisa   /  Literatura: leitores e leitura   /   Marisa Lajolo   -   São Paulo: Moderna, 2011.

LIVRO DE NEEMIAS - Elinaldo Renovato de Lima

NEEMIAS - "Deus Consola".

Seu próprio nome já tem um significado interessante. Era Deus que dirigia sua vida. Era Deus seu refúgio e consolador em tempos de crise. Neemias era o copeiro do rei da Pérsia -  Artaxerxes.

Não foi ele - Neemias - um líder qualquer. "Foi um lider proativo e espiritual. Não confiou apenas em seus conhecimentos e relacionamentos..."

Como o líder pode ter ânimo e manter-se íntegro em tempos de crise? Como enfrentar oposiição? Como não se deixar enganar pelos inimigos?

Exemplo de personalidade analítica:

  • observava 
  • analisava 
  • meditava 
  • orava 
  • pedia orientação 

É o que falta em muitos que se julgam líderes nos dias atuais.

Neemias o grande reconstrutor dos muros, das portas e da cidade de Jerusalém, razão pela qual na Bíblia  encontramos treze capítulos que formam um livro, no qual detalhes sobre seu trabalho são apontados minuciosamente .

Além disso, a literatura nos aponta vários escritores, como é o caso do Pastor Elinaldo que nos agracia com obra elucidativa, rica em detalhes e respostas a tantas questões controvertidas sobre o papel do líder e liderança.

Ademais, a leitura não esgota o tema, abrindo janelas para novas conjeturas e propostas.
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Renovato, Elinaldo   /  Livro de Neemias: integridade e coragem em tempos de crise.   2ª impressão.   Rio de Janeiro : CPAD, 2011.  

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

PALAVRA POR PALAVRA - Anne Lamott

"Você acha que tem um livro dentro de você?

Penso que todos nós o temos. Todos temos uma história - a nossa história - que poderia ser escrita. Quem dera pudéssemos registrar nossas lembranças em papéis; tirá-las da memória, do nosso mais íntimo e lançá-las nas linhas do tempo. Muitos o fazem. É possível.

Anne Lamott, nascida entre livros, num lar em que seu pai era escritor, acostumada fora às linhas, à escrita e jamais dela se apartou.


"Hoje em dia, a vida é bem mais complicada do que era na Idade Média, mas, sob vários aspectos, continua a mesma... entretanto, é muito recompensador saber que dentro de nós, ainda há uma parte boa que não foi corrompida e destruída, que pode ser resgatada e usada... no entanto, se você se importa de verdade com alguma coisa, essa crença fará com que você continue se esforçando para terminar seu trabalho".


O livro nos dá um desejo imenso de nos lançarmos de pronto às nossas memórias, à criação de novas histórias, novos personagens.

Realmente seduz o leitor a compartilhar seu dom com os demais.

Leitura gratificante.

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Lamott, Anne   -   Palavra por palavra: instruções sobre escrever e viver   /  Anne Lamott  [traução de Marcello Lino];  Rio de Janeiro:  Sextante, 2011.   

sábado, 19 de novembro de 2011

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

MARIE CURIE


Em seu site de buscas, o Google hoje presta sua homenagem a Marie Curie, cientista que completaria 144 anos de seu nascimento continue lendo


Maria Sklodowska nasceu na atual capital da PolôniaVarsóvia, em 7 de novembro de 1867, quando essa ainda fazia parte do Império Russo. Seu pai era professor numa escola secundária. Marie educou-se em pequenas escolas da região de Varsóvia...leia toda a matéria

domingo, 16 de outubro de 2011

NOVO TEMPO

É um novo tempo que se apresenta às conquistas.
Tempo que aponta a projetos criativos
Perspectivas novas num tempo de renovo.




Tempo de sonhar.
Tempo de planejar.
Tempo de amar.

Tempo para se construir pontes.
Tempo para edificar.
Tempo para derrubar
barreiras e muralhas .

Tempo para renovar.
Tempo para criar rotas.
Tempo para caminhar
caminhos coloridos.

Tempo para semear
Tempo para colher.
Tempo – agora!

Inajá Martins de Almeida

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

ESTAMOS PRONTOS PARA A BATALHA?

texto de Inajá Martins de Almeida


Um homem, em que atitudes boas foram encontradas, ainda que em meio a situações contraditórias. Um homem que buscava separar-se das evidências mundanas e preparar seu coração para buscar a Deus. Homem de oração que tão bem soube reunir sua congregação e se prostrar em terra a conclamar a mão de Deus para a batalha iminente. continue lendo

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

ART CLOKEY

Clokey nasceu Arthur Charles Farrington, em Detroit, Michigan . Quando ele tinha nove anos, seus pais se divorciaram e ele ficou com seu pai, Charles Farrington. Depois que seu pai morreu em um acidente de carro, ele foi viver com sua mãe na Califórnia, mas seu padrasto não tinha nenhum interesse em levantar o filho de outro homem, e assim por Arthur foi enviado para um orfanato. Quando ele tinha 12 anos, ele foi adotado por Joseph W. Clokey , umamúsica clássica compositor e organista que ensinou música em Pomona College , em Claremont, Califórnia . Ele educado Arthur na pintura, desenho e cinema ao mesmo tempo, levá-lo em viagens para o Canadá e México. O ambiente estético mais tarde se tornou a casa da personagem mais famoso de Clokey, Gumby , cujo nome deriva de experiências de sua infância durante as visitas de verão para a fazenda de seu avô, quando ele gostava de brincar com o barro ea mistura de lama chamado de " gumbo ". [4]



Arthur "Art" Clokey (12 de outubro de 1921 - 08 de janeiro de 2010) foi um pioneiro na popularização da stop motion animation da argila , começando em 1955 com uma experiência de filme chamado Gumbasia , influenciado por seu professor, Slavko Vorkapich , na Universidade de Sul da Califórnia . [1] [2]
Do projeto Gumbasia, Art Clokey e sua esposa Ruth inventou Gumby . Desde então, Gumby e seu cavalo Pokey havia se tornado uma presença familiar na televisão, aparecendo em várias séries começando com o Doody Olá Mostrar e, posteriormente, As Aventuras de Gumby. Os caracteres desfrutou de uma renovação do interesse na década de 1980 quando o ator e comediante americano Eddie Murphy parodied Gumby em um esquete em Saturday Night Live . Na década de 1990 Gumby: The Movie foi lançado, provocando ainda mais interesse. leia toda matéria