RETALHOS DE LEITURAS
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“Não me importo se o livro é de papel, mas o papel do livro na qualificação e cultura de um povo”. - Elanklever
"Entre livros nasci. Entre livros me criei. Entre livros me formei. Entre livros me tornei. Enquanto lia o livro, lia-me, a mim, o livro. Hoje não há como separar: o livro sou eu".
Lemos porque a necessidade de desvendar e questionar o desconhecido é muito forte em nós”
"O universo literário é sempre uma caixinha de surpresas, em que o leitor aos poucos vai recolhendo retalhos. Livros, textos, frases, poemas, enfim, variadas formas de expressão que vão compondo a colcha de retalhos de uma vida entre livros. É o que se propõe".
Inajá Martins de Almeida
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“Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância.”
Fernando Pessoa - Poeta e escritor português (1888 - 1935)
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
DEFINIÇÕES REFLEXIVAS - Elanklever
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
BUQUÊS DE LETRAS
Sim.
Letras que ultrapassam nossa vista!
A vista que nos torna imaginativos
E nos faz ir além do ponto.
Um retalho de um ponto
Uma leitura além da vista.
Buquês de letras que
vão compondo as linhas.
As linhas além do ponto
O ponto que tece as linhas
Letras em buquês de leituras!
Leituras em buquês de letras!
Composição de letras em buquês!
Inajá Martins de Almeida
O LIVRO AGORA SOMOS NÓS
Faziam-me companhia, nada me cobravam. Silentes apenas podiam auscultar meus sussurros abafados, meus risos calados, meus olhos arregalados ou fechados quando clamava alma.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
BARTOLOMEU CAMPOS QUEIRÓZ
O leitor poderá gostar também da bela entrevista, com comentários desta que escreve - acesse http://www.blogdogaleno.com.br/texto_ler.php?id=11271&secao=22
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
UMA VISTA ALÉM DE UM PONTO
Uma vista além de um ponto!
A primeira arte fora criada por Elvio. Sua vista então inventiva, imaginativa de artista, percorria as linhas nas leituras várias. Recolhia retalhos e nas linhas, pontos sobre leituras as mãos escrevia.
Muito significativa para a proposta do trabalho que se iniciava. Tramava-se assim um ponto com linhas que a vista alcançava. Era-me dado um presente. Era a dedicação do encontro, dos retalhos recolhidos, das leituras compactuadas.
Esta permaneceu durante um longo período, até que a ideia almejou um novo ponto e a vista recolheu um retalho e teceu uma nova imagem.
Assim, ao atingir a marca das 12.000 visitas, em 13/04/2011, busquei nova formatação para a janela de abertura do blog.
A foto, parte de um ensaio feito por Elvio Antunes de Arruda, na Biblioteca Altino Arantes em Ribeirão Preto em dezembro de 2007, para compor a capa da primeira edição do livro Definições Reflexivas: grandes detalhes, fora então escolhida, por ter grande representatividade para esta que escreve.
Nesse momento, era eu que almejava retribuir o carinho e dedicação por tantos retalhos amealhados ao longo do percurso. E a foto tinha um significado todo especial. Conhecíamos toda a trajetória da criação. Pudemos participar e compactuar do mesmo momento. Assim, porque não perpetuar essa lembrança? Porque não dividir nossas realizações com nossos amigos que se encontram em toda parte. Aqueles que nos são presentes. Ainda que no virtual, tão reais.
Agora decorridos esses meses, os retalhos sendo levados aos mais recônditos rincões, sinto anseio em premiar meus tantos leitores, com uma formatação que venha expressar a alegria que transborda minh'alma em agradecimento.
Elvio compactua desta minha vista e me transporta além do ponto.
Nesta tarde ensolarada (05/01/2012), de calor forte em São Carlos, comigo recolhe retalhos únicos.
A quatro mãos pudemos tecer este que permanecerá em nossas lembranças e realizações. São retalhos de leituras que alcançam vistas além de muitos pontos...
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
JANELA ABERTA - Rita Elisa Seda
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
RETALHOS DE LEITURAS
Inajá Martins de Almeida
domingo, 1 de janeiro de 2012
MUSICLIN - MUSICOTERAPIA CLÍNICA
COMO FALAR DOS LIVROS QUE NÃO LEMOS? - Pierre Bayard
Podemos falar de livros dos quais não adentramos seu conteúdo? É possível falar de um livro apenas apreciando ou não a capa?
Particularmente gosto muito da arte que as capas nos proporcionam. Atualmente elas estão cada vez mais próximas do leitor. Chamam-lhe atenção. Dão dicas do que o espera. Dão-lhe expectativas para a leitura.
Os títulos também sugerem a leitura. Quantos livros lemos apenas por causa do título.
Fora o caso deste, tanto do blog - o leitor comum - quanto dos comentários ora postado.
Assim, posso dizer que sim. Podemos falar de livros que não lemos. Sob uma passada rápida pelo seu conteúdo. Analisando o título. Procurando conhecer o autor. Trazendo para o mundo real a ideia gerada na mente de algo inusitado produzido no vasto horizonte da literatura.
Títulos são lançados diariamente. Autores despontam. Porque de escrever livros não se há enfado, Eclesiastes nos apontava.
Extraí alguns trechos do comentário. A vontade era transcrever todo o artigo, mas que o leitor se sinta a vontade para sua leitura na íntegra.
PROFESSOR FRANCÊS ENSINA COMO FALAR DOS LIVROS QUE NÃO LEMOS
"... o ensaio de Bayard mostra que o livro não precisa ser uma esfinge ameaçadora bradando "decifra-me ou te devoro" para o leitor incauto, a quem restaria apenas fugir, negando a própria literatura, ou gabar-se aos quatro ventos de ter dominado o monstro.
- "Maneiras de Não Ler"
- "Situações de Discurso"
- "Condutas a Adotar"
sábado, 24 de dezembro de 2011
SONHOS 2012
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Greensleeves - W.A.Mozart - intérprete Inajá Martins de Almeida
São Carlos - 24/12/2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
ELE ESCOLHEU OS CRAVOS - Max Lucado
- Ele se tornou carne e habitou entre nós
- Ele nos amou, ainda que imperfeitos e pecadores
- Ele sentiu a dor dos cravos dilacerando suas mãos
- Ele sentiu o sangue escorrer rosto abaixo, provocado por aquela corroa de espinho
- Ele se tornou maldito ao se pendurar num madeiro para ganhar nosso coração
Agora é o autor que nos orienta a nos demorarmos "no monte do calvário" e abrirmos o coração para percebermos o sacrifício que Jesus fez por nós.
Haveria amor maior?
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
MEU LIVRO INTERIOR - 2012 - Inajá Martins de Almeida
Houve momentos em que julguei ser necessário apontar minhas próprias vivências, mas retrocedi. Afinal, pensara, a quem poderia interessar a não ser a mim mesma?
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
O QUE FAZER NO PIOR DIA DE SUA VIDA? - Brian Zahnd
Entretanto, houve um momento em que Ziclague se tornou em chamas. Toda sua vida se transformou em cinzas. Tudo o que conquistara em minutos fora saqueado. Davi assisti àquele sinistro e pranteia. Não só, mas homens valentes deitam por terra os corpos cansados, exaustos pelas batalhas enfrentadas e choram como crianças.
Mas também percebem que é momento de levantar e partir em busca dos seus pertences e o fazem.
Quem de nós não tem o seu instante de Ziclague.
Se Belém fora "o lugar do começo de Davi, da profecia, e Jerusalém fora onde Davi reinou, o lugar do destino. No entanto, entre o começo em Belém e o desfecho em Jerusalém, Davi teve de superar a provação de Ziclague".
O autor descreve Ziclague como "parte fundamental de nosso crescimento". Que devemos nos lembrar "de que Ziclague não é Belém, o lugar dos começos, nem é Jerusalém, o lugar do desfecho, mas Ziclague é algum ponto no meio do caminho".
Assim, a edificante leitura não nos veio sem motivo ou propósito. O livro fora ofertado pelo Pastor Gildo, na Igreja da Graça em São Carlos, no dia 02 de dezembro de 2011, ao Elvio e logo pudemos absorver as palavras e abstrair alguns trechos para tecer estes retalhos.
Ademais, quando atravessamos nossa Ziclague saqueada e voltamos vitoriosos com nossos despojos em mãos, percebemos as maravilhas de Deus e cantamos como o salmista em êxtase:
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
O ADMINISTRADOR DE SONHOS - Matthew Kelly
- Faça um Livro de Sonhos
- Comece a escrever seus sonhos
- Sonhe sem limites
- Insira a data nos seus sonhos quando os registrar no livro de Sonhos
- Coloque novamente a data quando os realizar
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
AMOR - Antunes D'Ziclague
A ESCOLARIZAÇÃO DA LEITURA LITERÁRIA
Muitos me chamam atenção, mas em especial são os autores referenciados que me fazem tecer sonhos maiores.
Lígia Bojunga relembro o seu livro Feito a mão onde me encontrei, agora é neste trecho que transcrevo que minha mente pode viajar através do livro e perceber quanta troca há entre aqueles que cultuam essa experiência rica e envolvente que o livro proporciona.
Quero compartilhar com meus amigos leitores deste blog este lindo poema
Livro: troca
Para mim, livro é vida; desde que eu era muito pequena os livros me deram casa e comida.
Foi assim ... adentre a casa de Lígia Bojunga - http://www.casalygiabojunga.com.br/frames/livroatroca.htm
domingo, 4 de dezembro de 2011
MOMENTO ESPECIAL DE LEITURA
sábado, 3 de dezembro de 2011
COMO CONSTRUIR A SI MESMO - Valdir Reinoldo Bundchen
É preciso criar caminhos. É preciso estar aberto às transformações quando estas pedem mudanças. Longas reflexões que o autor propõe, quando nos propõe que sejamos nós os construtores do nosso futuro. O arquiteto da obra maior que é nossa vida.
E é o próprio autor que nos diz "que aquele que resiste à mudança, morre por desatualização. Quem se renova se ajusta para os novos tempos. Esta é a lei".
Eis então o novo homem. Aquele "que busca focalizar seus pontos positivos e visualiza unicamente o que pode vir a ser". Porque "é impossível crescer sem inovar".
Entretanto, é o autor que nos orienta de que a grande mudança há que ser a que fazemos de dentro para fora. Temos de querer sobremodo, fazer nosso próprio caminho, buscar as ferramentas para nosso crescimento e daqueles a quem possamos influenciar.
Leitura envolvente, com pontos aplicáveis ao cotidiano pessoal, social e profissional.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
MARK TWAIN -
Google lembra nascimento de Mark Twain com doodle especial
clique sobre a imagem
O Google lembra nesta quarta-feira o escritor e jornalista americano Samuel Clemens, conhecido como Mark Twain, no dia que marca 176 anos de seu nascimento. No cabeçalho da página do buscador aparece um desenho de crianças pintando a palavra "Google" em um cercado, uma referência aos personagens infantis que povoavam os romances de Twain. continue lendo
terça-feira, 29 de novembro de 2011
MINHA VIDA É UM LIVRO - Elanklever
Alcançamos a marca das 30.000 visitas.
Talvez a mais significativa de todas porque a vi nascer através das mãos do autor.
Também porque posso me sentir parte integrante dessas páginas, as quais estão sendo tecidas dia após dia, mudando a história de nossas vidas.
http://retalhosdeleituras.blogspot.com/2011/10/definicoes-reflexivas-elanklever.html
http://arrudart.blogspot.com/
São Carlos - 29/11/2011
domingo, 27 de novembro de 2011
LITERATURA: leitores e leitura - Marisa Lajolo
São nossos textos considerados literários? Pode ser considerado literatura obras engavetadas que não são de conhecimento e domínio público? Afinal o que é literatura?
Percebo que desde minhas aulas na Faculdade de Biblioteconomia e Documentação de São Carlos, Dona Carminda Nogueira de Castro Ferreira, já nos levava a desbravar o universo literário, o qual meus anseios de jovem ávida pelos poemas, pelos romances melodiosos, embevecia-me ante suas vidas, muitas vezes repletas de dores, sofrimentos, saudades, paixões. Épocas em que apenas em nossas fantasias podíamos contemplar e sermos co-autores de tantas obras que desfilavam durante as magistrais aulas.
Sinto, agora, forte desejo de também poder ocupar um espaço numa estante de biblioteca, quando a escritora latente esboça suas próprias linhas. Não com a preocupação de ser literatura ao pé da letra, aos moldes acadêmicos, mas tenho sim o gosto de poder me ver envolvida com tantos autores em minhas leituras, sentindo o gosto de recriar sua obra sob um ponto que pode ir além da vista.
Que delícia saber que "discutir literatura é abrir os olhos e ouvidos, e olhar e ouvir em volta, ler livros, meditar sobre as frases pintadas a spray em muros e edifícios da cidade, e fazer a eles a pergunta: o que é literatura?
Saber então que fazemos parte daqueles em que: "seus nomes são desconhecidos, suas obras são difíceis de serem encontradas, não constam das bibliotecas, ninguém fala delas. Eles imprimem às vezes seus próprios livros e não encontram leitores para além da família e dos amigos mais próximos".
Mas, também é bom saber que ainda que não consideradas literatura, como aos moldes estabelecidos, percebemos a satisfação de poder estar aqui contribuindo, para que a palavra seja levada aos quatro cantos, através deste veículo de informação, que tanto facilita aos anônimos não se tornarem tanto anônimos assim, e aos que gostam de escrever, não se sentirem tanto sem leitores, porque é isto que a literatura requer - que haja alguém que a escreva e alguém que a leia, daí ser ou não literatura é somente questão de ser ou não ser.
LIVRO DE NEEMIAS - Elinaldo Renovato de Lima
- observava
- analisava
- meditava
- orava
- pedia orientação
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
PALAVRA POR PALAVRA - Anne Lamott
Penso que todos nós o temos. Todos temos uma história - a nossa história - que poderia ser escrita. Quem dera pudéssemos registrar nossas lembranças em papéis; tirá-las da memória, do nosso mais íntimo e lançá-las nas linhas do tempo. Muitos o fazem. É possível.
Anne Lamott, nascida entre livros, num lar em que seu pai era escritor, acostumada fora às linhas, à escrita e jamais dela se apartou.
"Hoje em dia, a vida é bem mais complicada do que era na Idade Média, mas, sob vários aspectos, continua a mesma... entretanto, é muito recompensador saber que dentro de nós, ainda há uma parte boa que não foi corrompida e destruída, que pode ser resgatada e usada... no entanto, se você se importa de verdade com alguma coisa, essa crença fará com que você continue se esforçando para terminar seu trabalho".
O livro nos dá um desejo imenso de nos lançarmos de pronto às nossas memórias, à criação de novas histórias, novos personagens.
Realmente seduz o leitor a compartilhar seu dom com os demais.
Leitura gratificante.
sábado, 19 de novembro de 2011
NOSSAS CONTAS
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
MARIE CURIE
Maria Sklodowska nasceu na atual capital da Polônia, Varsóvia, em 7 de novembro de 1867, quando essa ainda fazia parte do Império Russo. Seu pai era professor numa escola secundária. Marie educou-se em pequenas escolas da região de Varsóvia...leia toda a matéria

















