Quantas vezes não nos damos conta do tempo, até que, ao retornar às nossas escritas, às nossas publicações, às nossas reflexões, percebemos que o tempo se conta em dias, e anos.
Assim é que, aqui estou, após longa jornada de ausência.
"Às vezes a lua fica em forma de vírgula, para mostrar que o infinito não tem ponto final!
Aqui estou a reflexionar, nesta manhã clara e límpida de domingo, quando uma frase me chama às linhas. E escrevo: ...
Aprecio por demais as publicações que me encontram e me trazem a possibilidade de reflexão, ir além das palavras, das vírgulas, dos pontos finais.
Algumas publicações, é o caso desta que registro, levam-me além das vírgulas; transformam-me em reticências, quando o silêncio corta a continuidade da fala.
Os 360 graus que nos dá a possibilidade de retornar ao local da partida, quando a lua cheia nos permite o espetáculo da luminosidade em meio a escuridão da noite - a escuridão dos nossos pensamentos, dos nossos temores internos, quem sabe.
Realmente, a vírgula nos proporciona a dimensão de infinito, da continuidade de propósito, de aspiração, de querer alcançar horizontes inimagináveis. O infinito que nos proporciona a dimensão clara de que, ainda que sejamos finitos, o infinito nos contempla e nos dá sinais claros de que podemos sempre recomeçar no lugar de origem, quando podemos interpretar os sinais que o universo nos proporciona.
A vírgula, ao nos proporcionar a dimensão do infinito ...
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