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"Entre livros nasci. Entre livros me criei. Entre livros me formei. Entre livros me tornei. Enquanto lia o livro, lia-me, a mim, o livro. Hoje não há como separar: o livro sou eu - Bibliotecária por opção, paixão e convicção".
Lemos porque a necessidade de desvendar e questionar o desconhecido é muito forte em nós”
"O universo literário é sempre uma caixinha de surpresas, em que o leitor aos poucos vai recolhendo retalhos. Livros, textos, frases, poemas, enfim, variadas formas de expressão que vão compondo a colcha de retalhos de uma vida entre livros. É o que se propõe".
Inajá Martins de Almeida
assim...
"Quem me dera fossem minhas palavras escritas. Que fossem gravadas num livro, com pena de ferro e com chumbo. Para sempre fossem esculpidas na rocha! (Jó 19:23/24)
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“Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância.”
Fernando Pessoa - Poeta e escritor português (1888 - 1935)
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sexta-feira, 16 de junho de 2017
POETA DE ÁGUA DOCE - Maris Ester A.Souza
terça-feira, 20 de setembro de 2016
SEMENTE
Eu posso semente me pensar
Semente
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sábado, 3 de setembro de 2016
SILÊNCIO - Inajá Martins de Almeida
segunda-feira, 25 de abril de 2016
NOTAS AS VENTO
Neste 27 de março mais uma nota leva o vento. Contam-se em sessenta e seis... Quantas mais? Que venham outras tantas notas...
O sorriso de Rafaela me emociona... O presente embrulhado em papel prateado me dá a dimensão do conteúdo... A xícara, não pudera expressa amor maior... Ao som da melodia meu coração vibra de alegria e me deixo quedar neste espaço !
Sempre Notas as Vento
domingo, 24 de abril de 2016
LEITURAS EM FOTOS E POEMAS
Aqui são as lágrimas vermelhas
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
PINÓQUIO
Os pássaros se alegram. Cantam. Agitam-se. A praça se cobre de verde. As flores resplandecem suas cores várias.
Água. Vida. A chegada do ano promete surpresas. A natureza se abre à esperança. Eu me alegro. Planejo.
O livro em mãos me fala da magia. Lindo. Encantador. Pinóquio. Entusiasmam-me os versos. Volto à infância. Sinto-me criança. Danço aos versos de Letícia Dansa e passo a trovar:
Penso no escritor "o Judeu" (Antonio José da Silva - 1705/1739) e absorvo algumas passagens de suas décimas e que seja prudente o leitor, diante do meu sonho de criança:
AMANHECER ENTRE POEMAS
Ao longe Bem-te-vi
Te vi... Te vi... Te vi...
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Inajá Martins de Almeida
São Carlos- 09/02/2016 -
sábado, 18 de abril de 2015
CASA GUILHERME DE ALMEIDA
Um cantinho só para Mário
Espaço reúne doações do escritor Mário de Andrade, patrono da Biblioteca Municipal, ao acervo local na década de 40.
Por ser um grande incentivador e colaborador da ideia, ele também batiza a Biblioteca Municipal, que começou a funcionar em 1945.
E lá, a supervisora técnica Fátima Aparecida Zampiero Ramos resolveu criar um espacinho especial para coroar toda a colaboração cultural de Mário para com a cidade, afinal, na década de 40, ele doou seu acervo para a Biblioteca, à época formado por cerca 600 livros. Além de textos autorais, muitos romances, alguns em inglês e francês.
Mas como Fátima conseguiu separar tudo isso em meio a cerca de 55 mil obras? É simples. Desde do fim da década de 1990, quando a Biblioteca Municipal começou a digitalizar o cadastro das obras, ela passou a separar tais livros automaticamente, porém com muito zelo e dedicação.
“Pedi autorização a minha gerente na época para, aos poucos, começar a separá-las, e, assim, fomos deixando algumas separadas para futuramente reuni-las para algo especial, pois são históricas”, diz a supervisora.
Dito e feito. Há quatro meses, efetivamente, Fátima organizou 430 obras e as deixou para visitação em um cantinho especial dentro da Sala “Pio Lourenço Corrêa”. Esse espaço tem visitação gratuita, porém é limitado apenas para pesquisa.

AMIGOS FAMOSOS - Outra maneira de identificar algum livro pertencente a Mário de Andrade é pelas dedicatórias mais que especiais, assinadas por outros nomes da literatura brasileira, como Cecília Meireles e Vinícius de Moraes, por exemplo. Alguns, inclusive, foram dados como presente à Biblioteca.
“Mário foi um grande incentivador da criação da biblioteca. À época, inclusive, além de defender a ideia junto ao prefeito de Araraquara, ele fez até um pedido oficial em um folhetim da Imprensa do Estado de São Paulo requisitando doações para o acervo. Vale dizer ele que só veio a batizar a Biblioteca pouco depois de sua morte, como uma homenagem póstuma a sua contribuição cultural para a cidade”, finaliza Fátima Aparecida Zampiero Ramos.
A Biblioteca Municipal “Mário de Andrade” está entre as 33 bibliotecas de todo o Estado de São Paulo a ter em seu acervo uma coleção de livros raros. A informação consta na última publicação do Guia do Patrimônio Bibliográfico Nacional de Acervo Raro, da Biblioteca Nacional.

Nela, defendia a paz e criticava a Primeira Guerra Mundial e todas as consequências que ela causou. “Macunaíma”, sua mais célebre obra com o famoso anti-herói, teve suas linhas escritas em Araraquara. Muitos pensam que ele e Oswald de Andrade tinham algum parentesco; porém, não é verdade. Mário de Andrade morreu em São Paulo em 1945, aos 51 anos.
domingo, 9 de novembro de 2014
O ATO DE LER : O PODER DE TRANSFORMAÇÃO DA LEITURA
3)
AS PALAVRAS NOS ESCREVEM
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
FALANDO FORA DE HORA
Sonhos presente – presentes – teciam as linhas imaginárias no horizonte azul. Grossas nuvens escuras caminhavam... Não se davam conta.
E se magoavam sem sentido. Sem sentir se distanciavam. O amor desvanecia. Olhos choviam lágrimas. Coração brotava mágoas. Sonhos compartilhados por entre os dedos escorregavam.
O abraço apertado ansiava hora de calar.
Soubesse agora que o falar fora de hora pudesse falar agora, na hora.
Soubesse agora o falar fora de hora alcançar o brilho do olhar distante.
Soubesse agora o falar fora de hora chorar o choro dos que, mesmo sem querer escorregar sonhos por entre os dedos, conseguem enxergar, nas mãos cerradas, o coração a pulsar.
Linda melodia nesta manhã de sábado 22 de fevereiro de 2014.
Manhã chuvosa. Parece que a chuva inspira. Aspira. Respira. Ah! Chuva. Fina chuva. Pingos a pingar coração doído.
Eis que a tela traz a chuva a chorar lágrimas, na melodia, na canção, na letra. Tudo compactua saudade. Tudo inspira lembrança. Tudo aspira memória e tece. E registra.
Será que o amigo distante iria adorar se soubesse?
Compactuo o vídeo. Linda mensagem. Linda melodia.
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
MÚSICA TRANSFORMA VIDAS - 1º Festival Musiclin
Responsável se torna todo aquele que cativa.
Assim, somos responsáveis por aquilo que cativamos.
Música que transforma vidas.
Música que aproxima Amigos, numa verdadeira Greensleaves, meiga e abusada.
Música - Minha primeira valsa
Como minha primeira canção
Música que pede o brilho do Sol.
Música.
Ruflar de tambores.
Címbalos suaves invadem todo o espaço
Passos precisos - preciosos
Delicadeza em cada gesto.
Kung fu Panda
representa fielmente movimentos delicados.
É a magia da música a envolver a singeleza da criança.
Por todos os lados veem-se olhos marejados.
Clímax entre luzes que cintilam
e iluminam
o espaço e os corações.
Música a transformar vidas!
Música que almeja abraços
Como abraço de pai.
Que eleva a voz:
Amigo estou aqui.
Música és tu minha primeira valsa.
Música que toda criança quer
Música que inspira
Que a terra faz descer
Um anjo do céu.
Música...
Eu caçador de mim
Fico assim sem você
Tal qual todos os loucos do mundo.
Música...
Transforma.
Alegra.
Envolve.
Aproxima corpos, almas e corações,
num verdadeiro balé.
Música...
Divina Música!
Transforma vidas!
Musiclin
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Alguns momentos compartilhados no facebook


























