________________________________________
"Entre livros nasci. Entre livros me criei. Entre livros me formei. Entre livros me tornei. Enquanto lia o livro, lia-me, a mim, o livro. Hoje não há como separar: o livro sou eu - Bibliotecária por opção, paixão e convicção".
Lemos porque a necessidade de desvendar e questionar o desconhecido é muito forte em nós”
"O universo literário é sempre uma caixinha de surpresas, em que o leitor aos poucos vai recolhendo retalhos. Livros, textos, frases, poemas, enfim, variadas formas de expressão que vão compondo a colcha de retalhos de uma vida entre livros. É o que se propõe".
Inajá Martins de Almeida
assim...
"Quem me dera fossem minhas palavras escritas. Que fossem gravadas num livro, com pena de ferro e com chumbo. Para sempre fossem esculpidas na rocha! (Jó 19:23/24)
________________________________________________________________
“Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância.”
Fernando Pessoa - Poeta e escritor português (1888 - 1935)
____________________________________________________________________
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
UTOPIA
terça-feira, 22 de outubro de 2013
PIANO!... PIANÍSSIMO!...
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
SUPERAÇÃO
Super ação
Ação supre!
Quantas vezes a vitória está com aquele
que chega em último lugar numa competição.
Nós olhamos para o pódio.
Esquecemos de observar
os que ainda se encontram a caminho dele.
_____________________________
Inajá Martins de Almeida - São Carlos 16/09/2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
QUANDO UMA CARTA REVELA UM SONHO DE CRIANÇA
A surpresa. Há outro envelope. Cuidadoso. Trabalhado. Uma pintura, mais representando um bordado à receptora que aprecia detalhe por detalhe. Sem pressa almeja viver intensamente aquele momento mágico a seus olhos.
E sonha. E imagina os anos transcorridos. Aquela "bebezinha" que no mesmo dia do seu aniversário - 27 de março - nascera.
E percebe a força do amor. Esse sentimento inexplicável. O amor!
Agora é Ana Clara que se expressa. Seu coraçãozinho tem olhos. É ele - o coração - que lhe direciona às linhas. Ele sabe que o amor da tia Inajá para com Ana Clara é imenso, forte, não percebe distância.
Ah! amor. Sentimento inexplicável
Noite anterior Ana Clara diz ter a ideia sobre o livro, quando a tia lhe diz sobre o casaquinho de crochê que tecera.
Radiante, sem saber como este seria, passa a imaginá-lo - claro diz o texto.
E, através da tela do computador, quem supor pudera reconhecer as palavras, as quais teceriam o texto. O argumento. O desenrolar da história.
Ela que já se apresentava como leitora assídua, revela o gosto pela escrita.
- Já tenho alguns livros escrito - confessa entre uma escrita e outra no facebook. À sua interlocutora - a tia - uma história dedicaria.
Eis que! Passara minha vida entre livros, agora seria a protagonista de um. Quando imaginar me fora possível.
O carteiro, não o percebo. Os cachorros dão sinais. Latem. Chamam atenção para o fato. Mas... Seus alaridos não encontram eco. O silêncio respeitoso do profissional. A caixa de correio. O envelope pardo. Apenas aguardam.
Agora a surpresa. Em mãos - o livro. Sensação inexplicável.
Olhos marejados a percorrer as linhas.
Letrinhas bem trabalhadas. Alguns errinhos de português deixam-se levar pela perfeição da imaginação, da escrita, dos desenhos, da formatação, dos detalhes que se encontram nos livros editorados.
E o texto começa como toda história deve começar: - Era uma vez...
Agora é a leitora que agradece a dádiva de ser agraciada com a sobrinha neta.
Ao sobrinho pudera embalar nos braços. Este a presenteia.
Gerações embaladas pelo amor.
Ponto a ponto
o casaquinho anseia o corpinho
da menina que sonha
e faz a tia Inajá sonhar.
__________________________
- fotos, montagem, captura de imagens e texto : Inajá Martins de Almeida
- a partir da história escrita e registrada em livro: Ana Clara
sábado, 3 de agosto de 2013
RETRATOS FALANTES - Paulo Fridman Fotógrafo
Bem... Lembranças a parte, porque são as fotos que entram em cena, mais especificamente os retratos a pedirem passagem. Retratos que falam. Que tem voz na expressão.
Retratos que registram mãos que escrevem. Compartilham sonhos. Desnudam-se ante aos questionamentos. Sombras anônimas que se desvendam artistas na multidão. Artistas das imagens. Artistas das palavras. Artistas no grande palco da existência. Simplesmente artistas que ganham voz nas ruas da metrópole.
(clique sobre a imagem)
É grátis. Já que o é podemos usufruir dessa gratuidade, ante tantos encargos que nos são colocados. Fardos que muitos mal conseguem se livrar.
O sorriso. A satisfação do trabalho gratificante.
Felicidade estampada ao redor. Uma equipe que se aconchega e cria voz através da imagem.
Felicidade que chega a esta através da tela da tv.
Felicidade que pode recontar histórias através deste espaço.
Quem é você?
Qual seu sonho?
E o futuro do Brasil?
Seu alvo: pessoas comuns nas ruas da maior cidade brasileira, também maior diversidade sócio-cultural da América Latina. Cada pessoa abordada escrevia ou desenhava no papel a resposta a uma das três questões. Em seguida era fotografada... postado em 4 de junho ... continue lendo
www.paulofridman.com
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
MEMÓRIAS
Texto de Inajá Martins de Almeida
segunda-feira, 25 de março de 2013
AS EMOÇÕES ANTE UMA LEITURA
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
MONUMENTO ÀS BANDEIRAS - Victor Brecheret
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
APALAVRAR
sempre serei. E penso se a minha voz, aparentemente tão pouca coisa, não encarna a
substância de milhares de vozes, a fome de dizerem-se de milhares de vidas, a paciência de
milhões de almas submissas como a minha ao destino quotidiano, ao sonho inútil, à esperança
sem vestígios. Nestes momentos meu coração pulsa mais alto por minha consciência dele. Vivo
mais porque vivo maior." continue lendo
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
FELIZ NATAL E ANO NOVO RADIANTE A TODOS
terça-feira, 13 de novembro de 2012
ENCONTRO LITERÁRIO EM RIBEIRÃO PRETO 2006
As protagonistas Eva Furnari, Angela Lago, Roseana Murray e Heloisa Pires Lima representam a tônica central deste esboço.
Com o tema Cacoete: uma reflexão sobre os tempos atuais, apresenta – segundo seu olhar de “artista criadora mais do que acadêmica e teórica” como se auto qualifica – um apanhado de transformações porque passaram os séculos, adentrando a nossa realidade atual.
Por pensar com imagens, seus livros são ricamente ilustrados mostrando as nuances dessas fases.
- “Como me sinto hoje em relação ao passado?”.
2- ANGELA LAGO
Vem com a magia das histórias que fazem sacudir o esqueleto, tema de um dos seus livros, ricamente ilustrado.
Logo na sua primeira fala, deixa transparecer uma sensibilidade impar quando diz “eu tenho a criança como mestre. Nas crianças vou encontrar uma inspiração e uma possibilidade que não teria sem elas”.
(Enquanto preparava os apontamentos para postagem, eis que uma luz verde me chama atenção: é Roseana que se encontra on-line. É a tecnologia compactuando a nosso favor. Breve conversa. Momento de reencontro saudoso. Eu apenas uma participante dentre tantas outras naquele evento. Ela uma referência a tantos quantos me ouvem ou me leem, quando então me premia com a frase:
"...quando se é um bom leitor, percebe-se a teia da aranha, porém não cai dentro dela..."
Bom rever este texto. Bom relembrar as cenas. O envolvimento naquele instante. É a literatura que irmana. Aproxima. Torna partícipes os participantes. Obrigada amiga escritora. Escritora amiga).
Apresenta seu livro a semente que veio da África: educando com equidade”, lenda sobre o baobá da África, porém o que a autora realmente quis nos dizer é que há uma “falta de equidade entre o repertório que apresentamos para nosso leitor”.
Algumas observações extras :
Para a antropóloga e escritora Heloisa Pires Lima, ao longo do século 20, as representações dos negros nos livros infanto-juvenis brasileiros foram muito limitadas, refletindo - e, às vezes, denunciando - as condições dessas pessoas na sociedade. "Na literatura, os papéis reservados aos negros eram de personagens escravizados, folclóricos ou submetidos a situações de exploração e miséria, como as empregadas domésticas e os meninos de rua". continue em
O baobá também é conhecido como a árvore da sabedoria, pois quando você senta debaixo de um baobá, você faz um elo com o Criador e clareia suas ideias... continue em











