MAR DIVINO MAR
por Inajá Martins de Almeida
Tal poeta que canta,
em poemas, as praias,
oh!mar - abril me sorri -
suas águas cristalinas
me fazem repousar.
Os pés pisando areia
as entranhas
transbordam paz.
De Ti, a observar
universo contagiante
ventura a me alcançar
Venturosa sonho e, sonhando
minh'alma se inebria
à Sua majestade.
Emocionada me prostro
à magnanimidade do
CRIADOR!
Oh! Mar
Divino Mar
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fotos por Marilene Dantas
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Amizade virtual é possível sim.
Marilene Dantas - escritora - as linhas nos encontraram e puderam escrever uma linda história. Amizade que nos acompanha por uma década. O encontro feliz, o abraço apertado, cúmplices da alegria do momento. Laços afetivos que se criou e se fortaleceu.
fotos por Marilene Dantas
Santos - Hotel Parque Balneário - Praia do Gonzaga - 22 à 24/4/2026
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A prima Matilde, companheira de viagem. Momentos singulares no espaço maravilhoso do hotel, na areia da praia, na água salgada do mar. Lembranças que marcaram divisor de águas, entre a expectativa da chegada e o deslumbrar da imagem que permanecerá da magnitude de Deus, no vai e vem ritmado das ondas calmas do imenso mar, aberto a nós.
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Viagens nos fazem repousar, repensar nossa jornada multiplicada em décadas.
Ainda que breve, a sensação da paisagem, cortada por entre o verde da floresta tropical, o azul cintilante do céu, a nos brindar com seu esplendor, montanhas a demonstrarem postura e rigidez ante sua força descomunal, trajetos se apresentam, ao longo do percurso.
Vez ou outra, túneis invadem pedras milenares, geradas cautelosamente pela mão imperiosa do Criador, agora recortadas pela engenharia de homens, que se arriscam à encurtar caminhos sobre a serra para o mar.
Sobre asfalto, rodas deslisam para o mar, enquanto janelas proporcionam o estase da paisagem que segue - em cada pedacinho surpresa se apresenta à olhos atentos. Entre janelas me encontro, atenta a tudo absorver.
Mar... Divino mar, deixa-se contemplar, navegar, quando a mente divaga e retorna aos séculos em que olhos deslumbrados puderam contemplar suas águas cristalinas, em meio a natureza nativa, onde a mão do homem, ainda, não pudera modificar, com monumentos verticais, toda costa praiana.
Mar, divino mar.
Penso nos desbravadores que aqui fizeram pouso, modificaram cenários paisagísticos, apropriaram-se de sua riqueza, praticaram comércio exacerbado.
Mar, divino mar, a tudo observa e ainda nos dá o privilégio de podermos usufruir de suas cálidas águas, quando nossos pés se põe a caminhar por entre o vai e vem de suas cálidas ondas.
Mar, divino mar, essas linhas representam o sentimento de gratidão que meu peito invade, pelo tempo possível junto a ti.
Mar, divino mar, grata por me proporcionar esse vislumbre.
Realmente, tal qual o poeta do mar, Vicente de Carvalho, em poema canta sua data natal - abril me sorriu.
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