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"Entre livros nasci. Entre livros me criei. Entre livros me formei. Entre livros me tornei. Enquanto lia o livro, lia-me, a mim, o livro. Hoje não há como separar: o livro sou eu - Bibliotecária por opção, paixão e convicção".

Lemos porque a necessidade de desvendar e questionar o desconhecido é muito forte em nós”

"O universo literário é sempre uma caixinha de surpresas, em que o leitor aos poucos vai recolhendo retalhos. Livros, textos, frases, poemas, enfim, variadas formas de expressão que vão compondo a colcha de retalhos de uma vida entre livros. É o que se propõe".

Inajá Martins de Almeida

assim...

"Quem me dera fossem minhas palavras escritas. Que fossem gravadas num livro, com pena de ferro e com chumbo. Para sempre fossem esculpidas na rocha! (Jó 19:23/24)

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“Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância.”

Fernando Pessoa - Poeta e escritor português (1888 - 1935)

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quinta-feira, 30 de abril de 2026

MOMENTOS INESQUECÍVEIS O MAR NOS PROPORCIONA

 MAR DIVINO MAR 

                                              por Inajá Martins de Almeida


Tal poeta que canta,

em poemas, as praias,

oh!mar - abril me sorri -

suas águas cristalinas

me fazem repousar.


Os pés pisando areia

as entranhas

transbordam paz.


De Ti, a observar

universo contagiante

ventura a me alcançar


Venturosa sonho e, sonhando

minh'alma se inebria

à Sua majestade.


Emocionada me prostro 

à magnanimidade do 

CRIADOR!


Oh! Mar 

Divino Mar 


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fotos por Marilene Dantas
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Amizade virtual é possível sim. 
Marilene Dantas - escritora - as linhas nos encontraram e puderam escrever uma linda história. Amizade que nos acompanha por uma década. O encontro feliz, o abraço apertado, cúmplices da alegria do momento. Laços afetivos que se criou e se fortaleceu.     


fotos por Marilene Dantas
Santos - Hotel Parque Balneário - Praia do Gonzaga - 22 à 24/4/2026 
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A prima Matilde, companheira de viagem. Momentos singulares no espaço maravilhoso do hotel, na areia da praia, na água salgada do mar. Lembranças que marcaram divisor de águas, entre a expectativa da chegada e o deslumbrar da imagem que permanecerá da magnitude de Deus, no vai e vem ritmado das ondas calmas do imenso mar, aberto a nós.

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Viagens nos fazem repousar, repensar nossa jornada multiplicada em décadas. 
Ainda que breve, a sensação da paisagem, cortada por entre o verde da floresta tropical, o azul cintilante do céu, a nos brindar com seu esplendor, montanhas a demonstrarem postura e rigidez ante sua força descomunal, trajetos se apresentam, ao longo do percurso.
Vez ou outra, túneis invadem pedras milenares, geradas cautelosamente pela mão imperiosa do Criador, agora recortadas pela engenharia de homens, que se arriscam à encurtar caminhos sobre a serra para o mar. 
Sobre asfalto, rodas deslisam para o mar, enquanto janelas proporcionam o estase da paisagem que segue - em cada pedacinho surpresa se apresenta à olhos atentos. Entre janelas me encontro, atenta a tudo absorver.


Mar... Divino mar, deixa-se contemplar, navegar, quando a mente divaga e retorna aos séculos em que olhos deslumbrados puderam contemplar suas águas cristalinas, em meio a natureza nativa, onde a mão do homem, ainda, não pudera modificar, com monumentos verticais, toda costa praiana.
Mar, divino mar. 
Penso nos desbravadores que aqui fizeram pouso, modificaram cenários paisagísticos, apropriaram-se de sua riqueza, praticaram comércio exacerbado.
Mar, divino mar, a tudo observa e ainda nos dá o privilégio de podermos usufruir de suas cálidas águas, quando nossos pés se põe a caminhar por entre o vai e vem de suas cálidas ondas.
Mar, divino mar, essas linhas representam o sentimento de gratidão que meu peito invade, pelo tempo possível junto a ti.
Mar, divino mar, grata por me proporcionar esse vislumbre.
Realmente, tal qual o poeta do mar, Vicente de Carvalho, em poema canta sua data natal - abril me sorriu.

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