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"Entre livros nasci. Entre livros me criei. Entre livros me formei. Entre livros me tornei. Enquanto lia o livro, lia-me, a mim, o livro. Hoje não há como separar: o livro sou eu - Bibliotecária por opção, paixão e convicção".
Lemos porque a necessidade de desvendar e questionar o desconhecido é muito forte em nós”
"O universo literário é sempre uma caixinha de surpresas, em que o leitor aos poucos vai recolhendo retalhos. Livros, textos, frases, poemas, enfim, variadas formas de expressão que vão compondo a colcha de retalhos de uma vida entre livros. É o que se propõe".
Inajá Martins de Almeida
assim...
"Quem me dera fossem minhas palavras escritas. Que fossem gravadas num livro, com pena de ferro e com chumbo. Para sempre fossem esculpidas na rocha! (Jó 19:23/24)
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“Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância.”
Fernando Pessoa - Poeta e escritor português (1888 - 1935)
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domingo, 9 de novembro de 2014
O ATO DE LER : O PODER DE TRANSFORMAÇÃO DA LEITURA
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AS PALAVRAS NOS ESCREVEM
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
FALANDO FORA DE HORA
Sonhos presente – presentes – teciam as linhas imaginárias no horizonte azul. Grossas nuvens escuras caminhavam... Não se davam conta.
E se magoavam sem sentido. Sem sentir se distanciavam. O amor desvanecia. Olhos choviam lágrimas. Coração brotava mágoas. Sonhos compartilhados por entre os dedos escorregavam.
O abraço apertado ansiava hora de calar.
Soubesse agora que o falar fora de hora pudesse falar agora, na hora.
Soubesse agora o falar fora de hora alcançar o brilho do olhar distante.
Soubesse agora o falar fora de hora chorar o choro dos que, mesmo sem querer escorregar sonhos por entre os dedos, conseguem enxergar, nas mãos cerradas, o coração a pulsar.
Linda melodia nesta manhã de sábado 22 de fevereiro de 2014.
Manhã chuvosa. Parece que a chuva inspira. Aspira. Respira. Ah! Chuva. Fina chuva. Pingos a pingar coração doído.
Eis que a tela traz a chuva a chorar lágrimas, na melodia, na canção, na letra. Tudo compactua saudade. Tudo inspira lembrança. Tudo aspira memória e tece. E registra.
Será que o amigo distante iria adorar se soubesse?
Compactuo o vídeo. Linda mensagem. Linda melodia.
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
MÚSICA TRANSFORMA VIDAS - 1º Festival Musiclin
Responsável se torna todo aquele que cativa.
Assim, somos responsáveis por aquilo que cativamos.
Música que transforma vidas.
Música que aproxima Amigos, numa verdadeira Greensleaves, meiga e abusada.
Música - Minha primeira valsa
Como minha primeira canção
Música que pede o brilho do Sol.
Música.
Ruflar de tambores.
Címbalos suaves invadem todo o espaço
Passos precisos - preciosos
Delicadeza em cada gesto.
Kung fu Panda
representa fielmente movimentos delicados.
É a magia da música a envolver a singeleza da criança.
Por todos os lados veem-se olhos marejados.
Clímax entre luzes que cintilam
e iluminam
o espaço e os corações.
Música a transformar vidas!
Música que almeja abraços
Como abraço de pai.
Que eleva a voz:
Amigo estou aqui.
Música és tu minha primeira valsa.
Música que toda criança quer
Música que inspira
Que a terra faz descer
Um anjo do céu.
Música...
Eu caçador de mim
Fico assim sem você
Tal qual todos os loucos do mundo.
Música...
Transforma.
Alegra.
Envolve.
Aproxima corpos, almas e corações,
num verdadeiro balé.
Música...
Divina Música!
Transforma vidas!
Musiclin
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Alguns momentos compartilhados no facebook
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
BANDA DE TODAS AS BANDAS - Corporação Musical Maestro Francisco Paulo Russo

Magnífico espetáculo. A Corporação Musical Maestro Francisco Paulo Russo, a cada apresentação se destaca, inova-se, transforma-se. Jamais deixa de fazer jus ao slogan de "BANDA DE TODAS AS BANDAS", a ela conferida quando Maestro Alfredo Alexandre Pelegatta no ano de 1977, conquista o prêmio nacional de melhor banda do Brasil.
Família reunida: sobrinhos, netos, amigos de todos os cantos. Autoridades locais.
Seu "Lico" incansável.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
QUANDO AS PALAVRAS NOS ENCONTRAM
Em outra ocasião já o houvera encontrado - poeta único em estilo.
Agora se me apresenta a questionar a palavra amor, a se encontrar vazia - "não tem gente dentro dela".
Porém, percebi que
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Incrível. Ao passar por uma das ruas do centro da cidade de São Carlos, vários livros na calçada deixados ao lixo.
Estanco perplexa. Obras clássicas abandonadas ao léu.
Uma delas distribuição gratuita da Secretaria da Educação de São Paulo. Seu autor Manoel de Barros.
Não pensei duas vezes, imediatamente me apossei dos livros e seu destino, minha própria biblioteca.
As Memórias Inventadas foram tomando forma dentro de mim.
E é Manoel de Barros que me chama atenção em suas linhas quando me questionava o desprezo para uma obra, mas se "tudo o que o homem fabrica vira sucata" (pág. 36), porque a estranheza.
Manoel de Barros menino que "queria ser fraseador". Que não gostava de palavras "engavetadas. Aquela que não pode mudar de lugar".
Menino que aprendeu "a gostar mais das palavras pelo que elas entoam do que pelo que elas informam". (pág. 41)
Todas as suas 160 páginas nos convidam aos devaneios. Tira-nos do convencional. Leva-nos a resgatar a simplicidade de um pássaro, o som de um grilo "que podia desmontar os silêncios de uma noite porque quem se aproxima das origens se renova". (pág.109)
A jovem que deixou o livro a mercê da sucata um dia, quem sabe, poderá se lembrar de que fugidias as mãos deixaram voar o pássaro que a levaria a jamais se apartar da sua infância.
Encontrei Manoel de Barros. Ou fora Manoel de Barros que me quisera encontrar!
Para mim, isto é a verdadeira felicidade.
Sonho de uma sonhadora, que sonha sonhos de realizar.
Inajá Martins de Almeida
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sábado, 2 de novembro de 2013
QUANDO FLORESCEM OS IBISCOS
Perdeu-se por um tempo a flor;
Tal fênix ressurgi, impoluta, magistral,
A autora que delira em êxtase.
É para ti que dedicamos este instante.
Enquanto aguardamos pelo amarelo sonhado.
Onde se escondiam os tais?
Saudade de minha mãe. Saudade do meu pai. Saudade do meu irmão. Éramos três.
Agora... Somos lembranças... Retalhos recolhidos. Retalhos amealhados. Retalhos chuleados.
Por todo canto a divisão multiplica. Suas mudas florescem sorrateiras. Deslumbrantes.
Mas... Percebi não só Ibiscos
O "brasileirinho" - cróton -
Enfeita o jardim.
Por todos os lados lá estão eles.
Mesclando-se as folhas generosas que adornam os cantos do quintal.
Fazem Gatucha repousar em sua sombra.
Mãe...
É para ti nosso jardim. Em agradecimento.
A natureza exuberante de Deus,
retribui-nos o gosto pelas plantas
em beleza, leveza, suavidade,
cores e encantamento.
É primavera
Aqui a era alemã volta a florir.
Sua ramagem verde e frondosa,
traz chuviscos de pequenas flores amarelas.
Delicadeza nas pétalas a exalar o perfume - aroma de mel.
Outros tons virão adornar nosso jardim.
Um pedacinho do paraíso
no Jardim Paulistano em São Carlos.
acompanhe em...
http://www.youtube.com/watch?v=JC7hd6qL-ys&feature=youtu.be
http://www.youtube.com/watch?v=xttkdWIGD6k&feature=youtu.be
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fotos, montagem e publicação de Inajá Martins de Almeida
São Carlos 02/11/2011

















