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"Entre livros nasci. Entre livros me criei. Entre livros me formei. Entre livros me tornei. Enquanto lia o livro, lia-me, a mim, o livro. Hoje não há como separar: o livro sou eu - Bibliotecária por opção, paixão e convicção".

Lemos porque a necessidade de desvendar e questionar o desconhecido é muito forte em nós”

"O universo literário é sempre uma caixinha de surpresas, em que o leitor aos poucos vai recolhendo retalhos. Livros, textos, frases, poemas, enfim, variadas formas de expressão que vão compondo a colcha de retalhos de uma vida entre livros. É o que se propõe".

Inajá Martins de Almeida

assim...

"Quem me dera fossem minhas palavras escritas. Que fossem gravadas num livro, com pena de ferro e com chumbo. Para sempre fossem esculpidas na rocha! (Jó 19:23/24)

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“Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância.”

Fernando Pessoa - Poeta e escritor português (1888 - 1935)

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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

STEVE JOBS - discurso colação grau 2005

Eis aqui algumas passagens do magnifico discurso de Steve Jobs para os formando de Stanford em 2005. Motivadora e encorajadora  mensagem para todos nós. Confira.
Não deixe de assistir ao vídeo.
Infelizmente, mal supor eu pudera que, enquanto lia e escrevia esta mensagem inspiradora, o autor morrera horas antes.
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Morre Steve Jobs

PublishNews - 06/10/2011 - Redação
Fundador da Apple tinha 56 anos e lutava contra um câncer


Mais um mês de vida e Steve Jobs teria visto sua biografia pronta. Ele morreu ontem, dia 5, depois de uma longa luta contra o câncer. Perfeccionista, polêmico, inventivo e workaholic – ele só deixou a direção da Apple há pouco mais de 40 dias, Jobs criou produtos que mudaram a forma das pessoas se comunicarem e se divertirem. E por causa disso o meio editorial teve que acelerar o passo e criar livros para que a legião de adoradores de iPhones e iPads pudessem consumir seus produtos sem deixar de lado esses aparelhos viciantes. A biografia, com lançamento mundial marcado para o dia 21 de novembro, não é a única sobre o fundador da Apple mas é a autorizada. Foi escrita por Walter Isaacson, autor de livros sobre Benjamin Franklin e Albert Einstein, com a colaboração do próprio biografado. Mais de 40 entrevistas com Jobs e umas tantas com familiares, amigos, concorrentes e inimigos ajudaram a desenhar seu perfil. No Brasil, o livro será lançado pela Companhia das Letras em tiragem de 100 mil exemplares.

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Steven Paul Jobs (São FranciscoCalifórnia24 de fevereiro de 1955 — Palo Alto, Califórnia, 5 de outubro de 2011 [6]) foi um inventor,empresário e magnata americano no sector da informática. Notabilizou-se como co-fundador, presidente e director executivo da Apple Inc[7] Foi também director executivo da empresa de animação por computação gráfica Pixar e accionista individual máximo da The Walt Disney Company. continue lendo
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"É uma honra estar com vocês hoje nessa formatura de uma das mais excelentes universidades do mundo. Eu nunca me formei na faculdade. Verdade seja dita, esta foi a vez na vida em que eu cheguei mais perto de uma formatura de faculdade. Hoje eu gostaria de contar pra vocês três histórias da minha vida. É isso. Não é grande coisa. Só três histórias...
Você não pode conectar os pontos olhando adiante; você só pode conectá-los olhando pra trás. Então você tem que confiar que os pontos de algum jeito vão se conectar em seu futuro. Você tem que confiar em alguma coisa – seu intestino, destino, vida, karma, seja o que for. Essa idéia nunca me deixou cair, e fez toda a diferença na minha vida...
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Eu fui sortudo – encontrei o que eu amava fazer cedo na vida...
O peso de ser bem sucedido foi trocado pela leveza de ser um iniciante de novo, sem ter certeza de quase nada. Isso me libertou para entrar num dos períodos mais criativos da minha vida...
Tenho toda a certeza de que nada disso teria acontecido se eu não fosse demitido da Apple. Foi um remédio de gosto amargo, mas acho que o paciente precisava dele. Às vezes a vida te bate na cabeça com um tijolo. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me manteve em ação foi o fato de que eu amava o que fazia. Você tem que achar o que você ama. E isso é tão verdade para o seu trabalho quanto é para seu companheiro. Seu trabalho vai ocupar uma grande parte da sua vida, e o único jeito de ficar verdadeiramente satisfeito é fazer o que você acredita que é um belo trabalho. E o único jeito de fazer um belo trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não achou, continue procurando. Não fique sentado. De todo o coração, você vai saber quando encontrar. E, como qualquer grande relacionamento, só melhora mais e mais conforme os anos vão passando. Então continue procurando até achar. Não fique sentado....
Quando eu tinha 17 anos, eu li uma citação mais ou menos assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, algum dia provavelmente você vai acertar”. Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu tenho olhado no espelho cada manhã e perguntado a mim mesmo: “Se hoje fosse o último dia da minha vida, eu ia querer fazer o que eu vou fazer hoje?” E sempre que a resposta foi “Não” por vários dias seguidos, eu soube que eu tinha que mudar alguma coisa...
Lembrar que eu logo vou estar morto é a ferramenta mais importante que eu já encontrei pra me ajudar a fazer grandes escolhas na vida. Porque quase tudo – toda a expectativa exterior, todo o orgulho, todo o medo de dificuldades ou falhas – estas coisas simplesmente somem em face da morte, deixando apenas o que é realmente importante. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de achar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração...


Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem ir para o Céu não querem morrer pra chegar lá. E mesmo assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca escapou a ela. E é como deveria ser, porque a Morte é muito provavelmente a melhor invenção da Vida. É o agente de mudança da Vida. Ela tira o velho do caminho pra dar espaço pro novo... 
Seu tempo é limitado, então não gaste vivendo a vida de outra pessoa. Não caia na armadilha do dogma – que é viver com os resultados do pensamento de outra pessoa. Não deixe o ruído da opinião alheia sufocar sua voz interior. E mais importante, tenha coragem de seguir seu coração e sua intuição. Eles de alguma forma já sabem o que você realmente quer se tornar. Tudo o mais é secundário"...  leia o discurso na íntegra

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

NOTAS AO VENTO - colheita do tempo


Notas ao vento
colheita do tempo,
se senta na roda
e canta um canto;
nos versos a rima,
se faz presente.


Tela em acrílico por Elvio Antunes de Arruda
Notas ao vento 
dedicadas a Inajá na colheita do tempo 
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Colheita do tempo,
na roda se senta
e o canto que canta,
nos versos da rima
ecoa na mente:
notas ao vento.

Sentado na roda,
o canto se encanta,
com os versos que a rima
produz ardentemente,
enquanto notas ao vento
Faz a colheita do tempo.

O canto que a voz levanta,
exalta  versos dentro da rima;
entoa canção – delicadamente.
Acalanto a embalar notas ao vento:
colheita que o tempo,
a roda levanta.


Assim segue apaixonadamente
as notas, compondo o vento;
na pauta –  colheita do tempo.
A roda roda e esquenta,
o canto que acalenta
estrofes, versos e rimas

Nos versos a rima,
canções fielmente
repica, notas ao vento;
de uma vida – colheita do tempo.
E quem na roda se senta,
logo um canto canta.




E nas notas o vento,
colheita conta tempo.
A roda viva grita
– Palmeira! O canto canta:
ramo, remo, rima, Roma, ruma, versos
Se põe a contar, generosamente... “sessenta”.

versos de Inajá Martins de Almeida

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

LANCE TUA REDE AO MAR

texto de Inajá Martins de Almeida

Pedro se perdera naquela noite. O fantasma tirava-lhe o sono. A noite era sombria. Silêncio total. A cruz vazia. O sepulcro fechado. Sentinelas a vigiar, entretanto, ao longe estranho e minúsculo pássaro, entoava seu canto noturno. Quase que um lamento. Imperceptível a ouvidos descuidados, prolongava-se ininterrupto do crepúsculo ao romper da autora, numa vigília diária. Na escuridão ele podia vislumbrar o horizonte, porque ele sabia a quem cantava. Pedro se angustiava. continue lendo





quarta-feira, 28 de setembro de 2011

DAS COISAS QUE O ESCRITOR PRECISA


"Preciso de menos, menos, menos, os mais me custam a visão, a intelectualidade é fator preponderante de menos, menos, menos. Quanto menos temos mais espaço haverá para armazenarmos nossas conquistas".


Rita Elisa Sêda - leia todo o texto


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DAS COISAS QUE O ESCRITOR PRECISA

por Inajá Martins de Almeida



Sim...
 Precisamos de tão poucas coisas
Mas de importância vital para o escritor:

Um lápis,
Um papel em branco,
Uma noite de insônia,
Uma boa inspiração
Que se mova à transpiração. 



Puxa... Pensando bem,
Até que não é tão pouco assim.

Mas... acima de tudo:

Precisamos desse amor sincero,
Dessa paixão intensa pelas linhas.



Precisamos de um encontro sereno,
Macio do negro grafite
A deslizar no papel em branco.

Precisamos dessa magia não sei o quê
Que nos envolve num emaranhado de letras
Numa noite em que o sono não nos vem
Ou numa tarde de sol intenso.

Precisamos de leitores cientes,
Que possam apreciar a obra do escritor.
Que saibam manifestar senso critico
Sob um ponto de vista ótico
Ante a magnitude do texto
E que ainda mais
Acrescentem textos aos textos
Linhas às linhas
Saibam o significado real das entrelinhas:
Leitores que possam se tornar co-autores.

Precisamos de amigos sinceros, leais,
Ainda que distantes nos queiram bem. 
Amigos que ao nos encontrar nos olhem nos olhos,

Gargalhem por dentro e por fora,
Apertem-nos ao peito, bem apertado,
Nada nos cobrem, apenas possam sentir
O pulsar dos corações.
Amigos que possam nos ler, a nós
Antes mesmo do próprio texto.

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Rita Elisa Seda, minha tão querida escritora e amiga, foram tuas palavras que me inspiraram, não numa noite de insônia, mas enquanto lia e relia o texto nesta tarde ensolarada de São Carlos. Obrigada pela magia das palavras, mas, acima de tudo, perdoe-me pela pretensão dos versos.


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

FABIANO DOS SANTOS - O ENCANTADOR DE PALAVRAS

Ouvindo histórias da avó, da mãe e do pai, Fabiano dos Santos, torna-se escritor. Creio que acontece tal fato com muitos de nós, que chegamos aos livros, que levamos nossas linhas a grande rede, ou que simplesmente enchemos cadernos com nossas lembranças e as guardamos no fundo de alguma gaveta.


Eu também tenho um pai que se dedicou a história de personagens e cidades, havendo editado alguns livros, revistas e artigos em jornais.


Uma mãe que nos contava histórias como ninguém - claro na expressão da filha. Além do mais me ensinava também o gosto pelas linhas e lãs através das agulhas.


Assim digo sempre que nas linhas aprendi tanto a tecer trabalhos manuais como tecer palavras. Tornei-me artesã das linhas e das lãs, ao ponto de não mais delas me apartar.


Em determinado momento, vejo-me a escrever que entre livros nasci, entre livros me criei, entre livros me formei, entre livros me tornei, agora não há como separar - o livro sou eu. 


Assim muito me chamou atenção as palavras de Fabiano quando por meio da   entrevista concedida a Regina Ribeiro para o Jornal on line O Povo, diz que :

"Eu tinha uma avó que contava histórias encantando as palavras, um pai que conta histórias sem medir as palavras e uma mãe que lê nas entrelinhas das palavras. Aquilo me encantava e foi vital na minha formação leitora. Tomava suas vozes emprestadas. Mãe lia para a gente dormir, Vó contava para a gente acordar para o mundo e Pai narrava suas aventuras como se sua vida fosse um romance de cordel. Queria ser poeta e fui me tornando leitor assim, embrenhando-se no mundo que mora dentro e fora das palavras. Pois sou daqueles que acreditam que as palavras podem fazer coisas com a gente, mas que também podemos fazer coisas com as palavras". 

O diretor de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura/Fundação Biblioteca Nacional, Fabiano dos Santos  é um cearense que desde menino gosta das palavras...leia a entrevista completa

NA JORNADA COM CRISTO - Max Lucado

"Teríamos coragem de julgar um livro antes que os capítulos fossem escritos?" Na livraria o pequeno livro esconde conteúdo valoroso. Capítulos curtos, frases elaboradas com esmero fazem com que o autor adentre os corações mais sofridos e, valendo-se das palavras do apóstolo Paulo para os filipenses diz: "estou convencido de que aquele que começou boa obra em voces vai completá-la até o dia de Cristo Jesus". (Fp 1:6)

Enriquecedoras as palavras do autor, quando em suas linhas nos diz que "podemos contar com Ele para estar do [nosso] lado seja qual for [nosso] comportamento" porque ademais "parece que Deus está procurando mais caminhos para nos levar para casa do que para nos manter fora dela".

Poderíamos assim encontrar palavras mais encorajadoras: saber que o Pai nos levará para Sua casa não se importando com os caminhos que façamos ou fizemos, "pois o coração certo com a doutrina errada é melhor que a doutrina certa com o coração errado".

Há sim um propósito de Deus para nossa jornada e, "bem no fundo do coração você encontrará a procura por um sentido na vida, a busca incessante por um propósito". Eu encontrei, você também encontrará.

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Lucado, Max. Na jornada com Cristo: o roteiro de Deus para a realização pessoal / Max Lucado; traduzido por Maria Emília de Oliveira. - São Paulo: Mundo Cristão, 2011.


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O ATO DE LER - comentários de Jacqueline Andrade

O universo virtual nos surpreende realmente. Há alguns anos escrevi um texto e o divulguei na rede. Minha surpresa fora saber que o mesmo motivara o exame ENEM daquele ano - 2006 - mais ainda os leitores o buscavam e comentários eram declinados, até que um, em especial chama-me atenção. Era então a professora Jacqueline que, ao encontrar o texto, ou por ele ser encontrada, como discorre, alegra-me sobremodo, ao ponto de não me conter e fazer com que esse contentamento encontre mais leitores.

Quero aqui registrar o que encontrei, para que fique gravado para sempre a manifestação de carinho da professora para comigo.

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"Nas minhas idas ao mundo virtual da internet, encontrei-me com um texto que, como dizem meus alunos presenciais, é a minha cara.

Falo encontrei-me com o texto, e não, encontrei o texto, pois, para mim, tem conotações diferentes.

Para mim, foi um encontro, e não um achado. Encontro porque envolveu magia. Envolveu cumplicidade. Troca. Envolvimento. Parecia que já nos conhecíamos. Sim…o texto e eu…como uma cara metade.

Foi algo prazeroso. Como todo encontro…

Uso a palavra “encontro”, porque me dá este sentimento de prazer. Como acontece quando ouço a palavra “lua” e a palavra “estrela”. Não sei se com você acontece o mesmo, mas estas palavras são mágicas…como a palavra “amor”. Essas duas palavras sempre tiveram a força de remeter os amantes da vida a momentos mágicos…de leveza…de companhia ou solidão…dependerá da situação, não é mesmo? São palavras que nos remetem à imaginação…à fantasia.

Assim, quero compartilhar com você este encontro.

Gostaria de que você, após encontrar-se com este texto, escrevesse qual foi a sensação que teve após a leitura dele.

Pode ser verdadeiro (a)!

Escreva apenas o que vier à sua mente…pois é o que sai da alma. O que importa aqui são as emoções…E leitura é emoção. Independente do tipo de emoção despertada em nós, não é verdade?

Pois bem! Vamos à leitura do texto ” O ato de ler”

Um abraço carinhoso,"


Profa. Jacqueline Andrade

jasilva@ftc.br

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O ATO DE LER
Por Inajá Martins de Almeida

Dê-me uma meada de lã e eu teço um agasalho.
Dê-me uma palavra e eu formulo uma frase.
Dê-me uma frase e eu escrevo um texto.
Dê-me um texto e eu componho um livro”. (1) continue lendo

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Belíssimos artigos, propícios para o momento.
Num deles Marcelo Duarte, para a revista Almanaque Brasil, da TAM,  faz significativo intróito para a composição de um hino que possa registrar o momento. Para compreender estas poucas palavras, acompanhe o artigo que segue abaixo. 





  



Em 1831, Dom Pedro anunciou que estava deixando o trono de imperador do Brasil para seu filho e voltaria a Portugal. Foi a oportunidade que o músico Francisco Manuel da Silva estava esperando para apresentar a sua composição. Ele colocou a letra de um verso do desembargador Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva e o hino foi cantado pela primeira vez no dia 13 de abril de 1831, na festa de despedida de Dom Pedro I. Durante algum tempo, porém, a música teve o nome de "Hino 7 de Abril", data do anúncio da abdicação. continue lendo
Enriquecedor o ensaio do professor Alvacyr Pedrinha sobre o Hino Nacional Brasileiro, o qual é disponibilizado   




"O Hino Nacional de cada povo expressa, em todas as suas gamas, o modo de ser da psique coletiva de sua gente...  “Se o Hino Nacional tivesse, desde o início, letra compatível com a beleza e pujança da música instrumental, teria por certo comprovado sua filiação monárquica e, como tal, jamais poderia continuar vigorando após a Proclamação da República. Providencialmente o Hino Nacional recebeu, no período imperial, diferentes versos... Assim, aquele brotar de energias humanas, surgido pouco depois da vitória do movimento republicano, pôde ser controlado no seu impulso vivificador antes de se haver constituído em arma positiva contra o velho Hino de Francisco Manuel da Silva.” continue lendo

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pesquisa: Inajá Martins de Almeida
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Se a arte imita a vida, podemos notar que a história do Hino da Independência foi tão marcada de improviso como a ocasião em que o príncipe regente oficializou o fim dos vínculos que ligavam Brasil a Portugal. continue lendo



quinta-feira, 1 de setembro de 2011

TARSILA DO AMARAL

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

JORGE LUIS BORGES


IMAGEM GOOGLE - 24/08/2011  -  Homenagem 




O poeta e escritor argentino Jorge Luis Borges é o homenageado desta quarta-feira na página inicial do Google. O ícone da literatura fantástica latino-americana completaria 112 anos, e para celebrar a data, o doodle aposta em uma imagem com toques de surrealismo - também presentes na literatura de Borges.
Nascido em Buenos Aires em 1899, o contista, ensaísta, tradutor e crítico estudou na Espanha durante a infância e voltou ao país natal em 1921, quando iniciou a publicação de seus escritos. Aos 30 anos, começou a perder a visão, processo que o deixou completamente cego ainda no início dos anos 1950. continue lendo

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Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo (24 de agosto de 1899 - 14 de junho de 1986), conhecido como Jorge Luis Borges (pronúncia espanhola:[xorxe lwis βorxes] ), era um argentino escritor, ensaísta, poeta e tradutor nascido em Buenos Aires . Em 1914 sua família se mudou para a Suíça, onde ele freqüentou a escola e viajou para a Espanha . Em seu retorno à Argentina em 1921, Borges começou a publicar seus poemas e ensaios emsurrealista jornais literários. Ele também trabalhou como bibliotecária e conferencista público. Em 1955 ele foi nomeado diretor da Biblioteca Pública Nacional (Biblioteca Nacional) e professor de Literatura na Universidade de Buenos Aires . Em 1961, ele chamou a atenção internacional quando recebeu o Prêmio Internacional de Editores primeiro ', o Formentor Prix . Em 1971 ele ganhou o Prêmio Jerusalém . Seu trabalho foi traduzido e publicado amplamente nos Estados Unidos e na Europa. Borges se era fluente em várias línguas. Ele morreu em Genebra, na Suíça, em 1986. continue lendo

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

MULHERES INTELIGENTES, RELAÇÕES SAUDÁVEIS - Augusto Cury

O livro que toda mulher deveria ler antes de se relacionar!




O autor elenca todas as características do gênero feminino. São recorrentes na obra: maternidade, traição, ciúme, universo profissional, formação intelectual, relações familiares, casamento, filhos, entre outros temas importantes do universo feminino. continue lendo


"As dores que vivenciam destroem algumas mulheres, mas as mulheres inteligentes crescem com elas".


"Mulheres inteligentes não desistem, se reconstroem; não se desanima, se encorajam; não se inferiorizam, resgatam sua autoestima".

"Que você olhe no espelho de sua mente.
E, se olhar, não tenha medo de se enxergar.
E, se enxergar, seja autônoma, reconheça seus defeitos.
E, se reconhecer, seja analítica, não se puna nem se diminua.
Esteja sempre pronta para recomeçar.
E, se recomeçar, seja contemplativa, faça muito do pouco.
Desse modo, você se tornará autora da própria história". 


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Encontre algumas mulheres na história:

http://momentodeler.blogspot.com.br/2010/02/mulher-samaritana.html

http://momentodeler.blogspot.com.br/2010/02/mulheres-sunamitas.html
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Veja alguns lances da palestra realizada no Teatro La Salle na cidade de São Carlos no dia 26 de agosto de 2010

http://saocarlosemimagens.blogspot.com/2010/08/augusto-cury-palestra-sao-carlos.html
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Cury, Augusto.   Mulheres inteligentes, relações saudáveis: o livro que toda mulher deveria ler antes de se relacionar   /  Augusto Cury. 

terça-feira, 16 de agosto de 2011

GRANDE FANTASIA TRIUNFAL - Gottschalk - arranjo e interpretação Álvaro Henrique





Louis Moreau Gottschalk, compositor, pianista e regente norte-americano (1829-1869) foi um dos primeiros artistas estrangeiros a empolgar o público brasileiro no tempo de D.Pedro II. A estréia da “Grande fantasia Triunfal” ocorreu no Rio de Janeiro em 1869, num grande concerto, sendo executada por 650 músicos. 


Segundo historiadores, em carta que escreveu para seus amigos nos Estados Unidos, Gottschalk afirmou :“ Os meus concertos no Brasil são um verdadeiro furor… o Imperador, a família Imperial e a Corte não perderam um só dos meus concertos e a minha “Fantasia Triunfal” agradou a D. Pedro II. Cada vez que me apresento, tenho que tocar essa obra… “.

No dia 07 de setembro de 1981, junto ao Monumento do Ipiranga em São Paulo  A Grande Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro foi executada para um publico estimado em 800 mil pessoas, no melhor estilo “gottschalkiano”.
 leia toda a matéria



domingo, 7 de agosto de 2011

CAMPO DE BATALHA DA MENTE - Joyce Meyer



A leitura fora feita. Os tópicos lidos, comentados, mas... um momento turbulento, uma palavra necessária: 


NÃO DESISTA!


Ela estava no capítulo 3, página 35, quando abri o livro naquela manhã fria de segunda-feira de forma aleatória, quando os ânimos gritavam para parar, entregar os pontos, jogar a toalha e tudo o mais para o alto. Era Joyce que escrevia:


"Não importa quão ruim esteja a condição de sua vida e sua mente. Não desista!"


Eis que então recobro os ânimos e volto a batalhar pelo campo que satanás estava prestes a me roubar.


Magnífica leitura - inspiradora.


Ao seu alerta "não se renda mais nenhum dia à miséria", adentrei e aos poucos a batalha da minha mente está sendo vencida, dia-após-dia.


Inajá Martins de Almeida


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Joyce Meyer é um testemunho incrível da obra salvadora e dinâmica de Jesus Cristo. Autora reconhecida mundialmente. Seu ensino sobre a palavra de Deus de forma prática tem alcançado milhões de pessoas ao redor do mundo. continue lendo

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Meyer, Joyce.   Campo de batalha da mente: vencendo a batalha em sua mente. /  Pauline Joyce Meyer ; [tradução Serlene Passos].   - Belo horizonte, MG  :  Ministério Joyce Meyer, 2006.