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"Entre livros nasci. Entre livros me criei. Entre livros me formei. Entre livros me tornei. Enquanto lia o livro, lia-me, a mim, o livro. Hoje não há como separar: o livro sou eu - Bibliotecária por opção, paixão e convicção".
Lemos porque a necessidade de desvendar e questionar o desconhecido é muito forte em nós”
"O universo literário é sempre uma caixinha de surpresas, em que o leitor aos poucos vai recolhendo retalhos. Livros, textos, frases, poemas, enfim, variadas formas de expressão que vão compondo a colcha de retalhos de uma vida entre livros. É o que se propõe".
Inajá Martins de Almeida
assim...
"Quem me dera fossem minhas palavras escritas. Que fossem gravadas num livro, com pena de ferro e com chumbo. Para sempre fossem esculpidas na rocha! (Jó 19:23/24)
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“Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância.”
Fernando Pessoa - Poeta e escritor português (1888 - 1935)
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sábado, 19 de março de 2011
GRANDE FANTASIA TRIUNFAL - Gottschalk - intérprete Eudóxia de Barros
HINO NACIONAL BRASILEIRO - controvérsias autoria
Até tu, Francisco?

Compare aqui a semelhança entre o HinoNacional e a melodia de Nunes Garcia
O padre José Maurício Nunes Garcia (1767-1830) é uma das glórias da música erudita brasileira. Compositor de mais de 500 peças, foi mestre da Capela Real do Rio de Janeiro, posto mais alto a que podia chegar um músico em seu tempo. Conquistou-o graças ao talento, vencendo o preconceito. Era mulato, neto de uma escrava. Foi também teórico e regente. Conduziu a primeira apresentação do Requiem de Mozart nas Américas, em 1819, com tal maestria que sua performance repercutiu até na Áustria, terra natal do compositor. Francisco Manuel da Silva (1795-1865) era um aluno aplicado do padre José Maurício. Sonhava em ser grande como seu professor. Faltava-lhe, no entanto, a centelha do talento. Seus estudos pareciam servir-lhe apenas para perceber, com clareza cada vez maior, como o mestre era genial, mais ou menos como acontecia com Salieri em relação a Mozart. A posteridade foi injusta com os dois compositores. No século XX, estudiosos de música elevaram José Maurício Nunes Garcia à santíssima trindade da música erudita brasileira, ao lado de Carlos Gomes e Villa-Lobos. Já nas partituras de Francisco Manuel da Silva nada de muito interessante foi encontrado pelos especialistas. O aluno, no entanto, alcançou uma glória negada ao professor: ter uma música de seu opaco catálogo na ponta da língua de milhões de brasileiros. Sim, porque Francisco Manuel da Silva é o autor do Hino Nacional.MUSICLIN - MUSICOTERAPIA CLÍNICA
HINO NACIONAL BRASILEIRO
De um povo heroico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido,
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
És mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores,
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.
Mas se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada
Entre outras mil
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo
És mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!
I
As margens tranquilas do riacho Ipiranga ouviram o grito forte de um povo heroico e o sol da Liberdade, em raios cintilantes, brilhou no céu de nossa Pátria naquele momento.
Contigo, ó Liberdade, o nosso peito desafia a própria morte se conseguimos conquistar a garantia dessa igualdade com firmeza!
Ó Pátria amada, por quem transbordamos de amor, damos "Vivas" a ti!
Meu Brasil, um sonho intenso, um raio nítido de amor e de esperança desce à terra se a imagem da constelação "Cruzeiro do Sul" brilha intensamente em teu céu formoso, risonho e claro.
Gigante corajoso, pela própria natureza és belo e forte, e no futuro será notória essa grandeza.
Entre outras mil terras, tu és adorada, ó Pátria amada, meu Brasil!
Tu és, Pátria amada, a mãe generosa dos filhos deste solo.
II
Ó meu Brasil, rico ornato da América, tu brilhas iluminado à luz solar deste jovem continente, estabelecido para sempre neste solo extenso e rico ao som do mar que dominas e à luz dum céu inigualável.
Brasil, teus risonhos e lindos campos têm mais flores do que a terra mais vistosa, assim como nossos bosques têm mais vida e nossa vida em teu coração tem mais amores que qualquer outra terra.
Ó Pátria amada, por quem transbordamos de amor, damos "Vivas" a ti!
Brasil, que a bandeira estrelada que tu exibes com orgulho seja símbolo de amor eterno e suas cores verde e amarela digam "Temos Glória no passado e ansiamos pela Paz futura".
Mas se para a guerra tu ergues a arma forte da justiça, verás que um filho teu não foge à luta e quem te adora não teme nem mesmo a própria morte.
Entre outras mil terras, tu és adorada, ó Pátria amada, meu Brasil!
Tu és, Pátria amada, a mãe generosa dos filhos deste solo. "
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Copyright Fabbio Cortez
quinta-feira, 17 de março de 2011
PALAVRAS POSITIVAS, MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS - Hal Urban
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
NÃO NASCEMOS PRONTOS - Mario Sergio Cortella
O que faço então?
Primeiro passo: admiro a própria capa e lá encontro a indicação de que provocações filosóficas envolvem o não nascermos prontos.
Segundo passo: aprofundo-me um pouco mais quando encontro o autor a nos elucidar de que "é a insatisfação que nos move" que "quando estamos insatisfeitos, criamos, inovamos, refazemos, modificamos e, assim, vamos nos construindo".
Terceiro passo: detenho-me tempo demorado no prefácio. É sempre um momento mágico, onde aquele que da obra fala, dá-nos pistas do que iremos encontrar nas páginas que nos convidam à leitura. Percebo a inquietação do filho incumbido a prefaciar o livro do próprio pai. Tarefa difícil para qualquer um, mas que logo se vê mais a vontade, pois qualquer deslize seria relevado, uma vez que se não nascemos prontos, o dia-a-dia está a nos ensinar, a nos enriquecer em aprendizado; que os questionamentos levam ao aprendizado que gravita desde a era pré-cristã à nossa modernidade. E, por fim, ao término da leitura, uma sensação de querer mais, de que o tempo foi vivido naquelas páginas. De que perguntas podem e devem gerar conhecimento. E, acima de tudo, deixa-nos uma "pensata" que, a mim fez vibrar e querer adentrar o universo do autor sem perda de tempo, pois "uma das melhores formas de se viver o tempo é ao lado de um bom livro. Aproveite!" diz André Cortella
Quarto passo: adentro o conteúdo e logo encontro nas primeiras linhas Guimarães Rosa a chamar atenção ao fato de que "o animal satisfeito dorme". Assim percebo o quanto a insatisfação nos leva a tornar claro a escuridão que nos permeia.
Quinto passo: aqui me rendo quando na contra-capa o autor esclarece que "gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta e vai se fazendo". Nosso grande desafio, portanto, é resistir a inércia, ao repouso. O estar insatisfeito nos leva a conquistar, a criar, inovar, aperfeiçoar, modificar.
Surpreendentes as 31 "pensatas".
sábado, 19 de fevereiro de 2011
O QUE É SER UM VERDADEIRO AMIGO?
e no site textolivre.com.br (http://textolivre.com.br/livre/35265-o-que-e-ser-um-verdadeiro-amigo)
Num tempo em que os noticiários apontam para atrocidades de maridos ceifando vidas de esposas; pais valendo-se de abusos e até óbitos de suas filhas e filhos, professores sendo ultrajados, valores morais e sociais invertidos – o mal em bem, o bem em mal - poderíamos pensar que é possível encontrar amigos verdadeiros, tal qual nos é apontado no Livro Bíblico, quando Jesus, estando em Cafarnaum, é surpreendido por quatro homens que levam o amigo paralítico à sua presença?
O filósofo grego Aristóteles (Atenas 384 – 322 aC) diz que “a amizade é haver uma alma em dois corpos”.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
A DESCOBERTA DA ESCRITA - Ignácio de Loyola Brandão
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O TREM DAS ONZE NAS MINHAS LEMBRANÇAS
em 15 de janeiro de 2011
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
O PEREGRINO - John Bunyan
Quem sabe pela longa espera, demoro-me a apreciá-lo. Faço então um breve contato físico. Toco o livro todo; sinto a tessitura do papel, a cor, o formato; aprecio a capa, o nome do autor em tipo itálico, a imagem central, pequena, em tons fortes, obra prima de Edward Harrison May (1824-1887) - Christian at the Cross - contrastando com a marca d'água e a cor discreta da capa e contra-capa.
Quando no início, peguei da pena
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
O ESCRITOR NA ESCADARIA DO TEATRO MUNICIPAL - Inajá Martins de Almeida
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
COMO FAZER AMIGOS E INFLUENCIAR PESSOAS - Dale Carnegie
0 trabalho de um líder geralmente inclui a modificação das atitudes e do comportamento das pessoas. Eis algumas sugestões para conseguir isso:
- Princípio 1: Comece com um elogio e uma apreciação sincera.
- Princípio 2: Chame indiretamente a atenção sobre os erros alheios.
- Princípio 3: Fale de seus próprios erros antes de criticar os das outras pessoas.
- Princípio 4: Faça perguntas em vez de dar ordens.
- Princípio 5: Não envergonhe as outras pessoas.
- Princípio 6: Elogie o menor progresso e também cada novo progresso. Seja "caloroso na sua aprovação e generoso no seu elogio".
- Princípio 7: Atribua a outra pessoa uma boa reputação para que ela se interesse em mantê-la.
- Princípio 8: Incentive a outra pessoa. Faça que os erros pareçam fácil de corrigir.
- Princípio 9: Faça a outra pessoa sentir-se satisfeita fazendo o que você sugere.